Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.


ADIC Destaque

03/12/2017 - 20:07h
Teve lugar no passado dia 24 de novembro a assembleia geral ordinária da ADIC que contou com a presença de 34 associados. Fica aqui descrita uma breve resenha dos trabalhos, bem assim como os documentos aprovados. Relativamente ao primeiro ponto da ordem de trabalhos:
Após ter sido dada a palavra pelo presidente da Assembleia geral Dr. Alcides Martins, o presidente da Direção Rogério Martins apresentou aos associados de uma forma sintética os principais pontos programáticos previstos no documento, onde destacou:
Para o ano de 2018, muito embora perspetivando-se sempre melhorias e ajustamentos, a estrutura da ADIC assenta nas respostas e serviços já existentes e numa dinâmica quotidiana suportada num grande grupo de profissionais e voluntários que fazem a vida da Instituição.
Importa, destacar, que para o ano de 2018 vão ter inicio as obras para conclusão do novo Centro Social. Vai ser, com toda a certeza, um tremendo desafio a percorrer.
Que a ADIC Vilarinho mantenha a sua atenção para com as necessidades das pessoas, numa dinâmica de proximidade e de trabalho em rede com entidades públicas e privadas, favorecendo desta forma o desenvolvimento da comunidade de uma forma integrada e completa.Decidimos avançar … foi, entretanto, ultimado o caderno de encargos.Encontrando-se aprovados pela Direção, por unanimidade, os documentos do projeto, as peças do procedimento, programa do concurso, caderno de encargos e nomeação de júri, o concurso público em plena fase de lançamento, pelo valor do procedimento de 950.000,00 €, é de crer, caso tudo corra normalmente que a empreitada para conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho seja entregue à empresa vencedora no decurso dos primeiros meses de 2018.
Relativamente ao novo Centro Social, é espectável que a obra arranque logo nos primeiros meses de 2018. O novo Centro Social representará uma enormíssima mais-valia social para todos aqueles que já necessitam ou porventura venham a necessitar de apoio, designadamente na vertente de equipamento residencial para idosos, uma vez que, atualmente, são obrigados a procurar fora e longe da sua terra o apoio para as suas necessidades, carências e problemas.
Finalizando, sem o apoio de todos em geral e em particular dos Baldios de Vilarinho a ADIC nunca teria chegado onde já chegou e, acima de tudo não teria projetado o futuro com esperança e com um fortíssimo investimento como este que vai realizar.
Pelo presidente Rogério Martins foi ainda abordada toda a atividade social que a Instituição se propõe desenvolver e levar a cabo no decorrer do ano de 2018, nas diversas respostas sociais Seguidamente pelo tesoureiro Paulo Costa, foram apresentados os valores em que se suporta o programa da ação, projetando o orçamento, que resumiu:Total dos rendimentos operacionais - 415.750,00 €Total dos gastos operacionais - 391.085,00 €Resultado líquido previsional para o exercício de 2018 - 14.075,00 €Investimentos futuros (cerca de 50 % do valor estimado para a conclusão do Centro Social) - 450.000,00 €Acréscimos e subsídios ao investimento - 30.000,00 € Neste ponto, o tesoureiro deu ainda algumas explicações mais detalhadas sobre as rubricas mais importantes do orçamento.
Foram colocadas diversas perguntas pelos associados os quais obtiveram respostas por parte da Direção.
Foi finalmente referido e sublinhado pelo tesoureiro que o enorme desafio que acarreta o empréstimo hipotecário de 1.000.000,00 € para a conclusão do Centro Social, vai ser um enorme desafio e uma tremenda responsabilidade sobre a gestão atual e futura da Associação, mas vamos acreditar que a decisão arrojada do investimento no equipamento vai ser a mais correta e que a ADIC permaneça em crescendo no apoio social a toda a comunidade que a procure e necessite da sua intervenção.O documento foi votado e aprovado por unanimidade e pode ser consultado AQUI. Ponto 2Neste ponto pelo presidente Rogério Martins foi informado que o processo de arquitetura, e o caderno de encargos para a conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho se encontram finalizados e que face a umas alterações entretanto efetuadas no âmbito do projeto que fez aumentar o numero de camas de 35 para 39 foi solicitado parecer à Segurança Social, tendo a alteração já recebido parecer favorável do Centro Distrital de Coimbra, aguardando-se só o visto da Direção Geral da Segurança Social (Lisboa). Após esta formalização tudo estará tratado para lançar o concurso público.
O tesoureiro informou ainda que a ADIC tem uma resposta favorável de uma Instituição Bancária – Crédito Agrícola – e que existe documentação escrita. E que ainda aguarda uma resposta definitiva sobre o pedido de financiamento bancário por parte do Banco BPI e Montepio.Este ponto foi meramente informativo Ponto 3A Direção deu a conhecer aos associados a decisão tomada em reunião de Direção realizada no passado dia 18/10/2017, a qual foi lida e exibida a Ata nº 19/2017, tendo o seu ponto nº 5  o seguinte teor:
Foram apresentados à consideração da Direção, o Projeto e as minutas das peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos da obra do Centro Social de Vilarinho, com o preço base de 950 000,00 € (novecentos e cinquenta mil euros).                 Foi deliberado, por unanimidade, aprovar todos os documentos do Projecto, e as peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Públicos assim justifica, pelo valor do procedimento em causa e de forma a promover a concorrência.               Nos termos do artº. 67º do Código da Contratação Pública foi igualmente nomeado e aprovado um júri para o procedimento composto pelos seguintes elementos:Júri:Presidente do Júri: Rogério Simões Martins;1º Vogal: Carla Luísa da Cruz Mendo, que substituirá o Presidente nas faltas e impedimentos;2º Vogal: Paulo Rui Carvalhinho Oliveira; 1º Vogal Suplente: Luís Manuel Cardoso Marques;2 Vogal Suplente: João Pedro Ferreira Pereira de Melo; A Direção da ADIC decidiu ainda, desde já e por unanimidade delegar competência no Júri acima nomeado para analisar e autorizar os pedidos de classificação de documentos, correção de erros e omissões, eventuais prorrogações de prazos e outros esclarecimentos ao Caderno de Encargos, nos termos do disposto, respetivamente, nos artigos 66º, 61º, 64º e 50º do CCP, assim como a realização da audiência prévia de acordo com o artigo 147º conjugado com o nº 1 do artigo 123º, todos do CCP.     A Direção informou ainda que tudo se encontra tratado no sentido de lançar o concurso público, aguardando-se somente o visto por parte da Segurança Social das alterações efetuadas no projeto. A plataforma informática encontra-se adquirida à acinGOV e o Júri nomeado. Para o lançamento do concurso público a ADIC conta com a disponibilidade e colaboração do Município da Lousã, tanto para os elementos que compõem o júri, como para a pessoa abitada a trabalhar na plataforma.
A Direção deu todas as explicações e esclarecimentos solicitados. Decidido, por unanimidade, ratificar a deliberação da Direção 
Ponto 4A Direção apresentou à Assembleia uma nota de pesar e agradecimento pelo falecimento de Abel Pedro de Carvalho, do seguinte teor:Nota de Pesar e AgradecimentoPelo falecimento de Abel Pedro de Carvalho, em 29/06/2017Abel Pedro de Carvalho, nascido a 23/03/1946, de 71 anos de idade, foi um dos fundadores da ADIC no ano de 1997 e durante mais de 20 anos exerceu vários cargos nos órgãos sociais da Instituição, designadamente o de vice-presidente da Direção.Na atualidade, era o associado nº 2 e secretário da Direção, cargo que exercia há cerca de 7 anos.A sua vida foi repleta de intervenção e participação cívica e associativa em várias organizações, associações, coletividades e muito principalmente em prol de causas sociais. Foi ainda autarca na Câmara Municipal da Lousã e Junta de Freguesia de Vilarinho.Homem de diálogo fácil, de consensos, participativo e responsável, pautava as suas intervenções sempre de uma forma muito lúcida, séria e leal ... Homem respeitador e respeitado por todos, com opinião frontal, mas sempre de uma forma apaziguadora e de busca de consensos reais, sérios e duradouros. A Lousã, particularmente a ADIC, perderam um Grande Homem. Interventivo e tremendamente construtivo nas suas opiniões, ações e atitudes.A ADIC perdeu um dos seus maiores colaboradores.A Direção da ADIC expressa os seus mais sentidos pêsames à sua esposa Teresa, às suas filhas, Sandra e Tânia, restante família e amigos em geral.Para os vindouros fica o seu grande exemplo de vida e enormíssimo legado.Vilarinho - Lousã, 24 de novembro de 2017A Direção A nota de pesar foi votada e aprovado por unanimidade Finalmente, foi ainda abordada a temática das Cantinas Sociais, as quais segundo as últimas informações poderão estar em vias de terminarem em 31/12/2017.No entanto, a ADIC ainda tem protocolo para 21 refeições diárias.
Os associados foram informados que desde finais de 2012 até à presente data a ADIC forneceu um total de 58.091 refeições.É um número que dá que pensar!!!

Abaixo, em ficheiros PDF poderá consultar todos os documentos. Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:8.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:107%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri",sans-serif; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}

ADIC Notícias

16/11/2017 - 17:23h
15/11/2017 - 17:47h
Em reunião ordinária da Direção realizada no passado dia 18/10/2017, foi decidido dar início ao lançamento do concurso das obras a celebrar no âmbito do Concurso Público para a execução da empreitada do Centro Social de Vilarinho. Foram apresentados, o Projecto e as minutas das peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos da obra do Centro Social de Vilarinho, com o preço base de 950.000,00 € (novecentos e cinquenta mil euros). Foi deliberado, por unanimidade, aprovar todos os documentos do Projecto, e as peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Público, pelo valor do procedimento em causa e de forma a promover a concorrência. Na mesma reunião foi ainda nomeado e aprovado um júri para o procedimento.
Nos termos do artº 35, nº 4 dos Estatutos a Direção da ADIC disponibiliza para consulta aos seus associados o documento que irá ser objecto de apreciação, discussão e votação na reunião da assembleia-geral agendada para o próximo dia 24/11/2017. Abaixo poderá consultar o documento no ficheiro PDF. O mesmo documento - Programa de Ação e Orçamento para 2018 - poderá ser consultado AQUI. A Direção

05/11/2017 - 16:14h
31/08/2017 - 16:07h
O presidente Alcides Emanuel da Silva Martins, nos termos do disposto no artigo 34º, nº 2 dos Estatutos, convocou a Assembleia Geral da ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã, para reunir em Sessão Ordinária, no próximo dia 24 de novembro de 2017, pelas 20:00 horas, no Centro de Dia de Vilarinho, com a seguinte ordem de trabalhos: 1 – Apreciar e votar o orçamento e programa de ação para o ano de 2018, bem assim como o parecer do Conselho Fiscal – cfr. art. 32º alínea e) dos Estatutos. 2 – Informar do ponto de situação relativamente ao processo de arquitetura, do caderno de encargos para a conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho e das condições bancárias do empréstimo hipotecário. 3 – Conhecer para eventual ratificação da deliberação da Direção que, por unanimidade, aprovou todos os documentos do projeto, as peças do procedimento, programa do concurso, caderno de encargos e nomeação de júri e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Públicos assim justifica, pelo valor do procedimento de 950.000,00 € de forma a promover a mais ampla transparência e concorrência. 4 – Outros assuntos de interesse para a Associação. Se, à hora acima indicada, não estiverem presentes mais de metade dos associados com direito a voto, nos termos do art.º 35º, nº 6 dos Estatutos, a Assembleia reunirá uma hora depois, com qualquer número de sócios presentes.
Vai ter início no próximo dia 1 de setembro mais um ano letivo na resposta social de Jardim de Infância. Iniciamos mais um ano letivo verificando que, de ano para ano, muitas Famílias continuam a confiar no nosso trabalho que, cada vez mais consolidado, tem contribuído para o crescimento alicerçado da Instituição. Continuamos a apostar num ensino de qualidade, motivador de novas aprendizagens e de muitas descobertas, sempre promovendo um ambiente acolhedor que, acreditamos, é essencial para uma formação sólida de cada uma das nossas cianças/utentes. Comprometemo-nos a continuar a acompanhar de perto cada Utente, numa relação individual, num compromisso de um para um, incentivando cada Criança, cada Jovem a descobrir-se, a descobrir o mundo e a reinventar novos caminhos. As atividades multiplicar-se-ão dentro de diversos contextos, que conduzirão a um desenvolvimento da capacidade de ver, de questionar, de interpretar e de criar, porque o nosso Jardim de Infância os objetivos não se esgotam no ensinar tudo o que há para aprender. Mais do que simples transmissores de conhecimentos, queremos que as nossas crianças cheguem mais longe e assumimo-nos como participantes responsáveis na construção do próprio conhecimento. Queremos ser intervenientes diretos num mundo mais inovador, colaboradores na criação de gerações mais competentes, mais criativas, também mais solidárias e mais felizes. Sabemos que vai ser um ano de muitos desafios, mas acreditamos que será também mais uma fase cheia de conquistas e que, entre o rigor, o trabalho e a capacidade de entrega e de dedicação que a aprendizagem sempre implica, se vão multiplicar os sorrisos e fortalecer laços que nunca se esquecem, sendo certo que, assim, poderemos construir um futuro diferente e que faça realmente a diferença. A Direção
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01 SET 2017
A 1 de setembro vai ter inicio o ano letivo 2017/18 no nosso Jardim de Infância
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05 NOV 2017
Hoje assinala-se o Dia do Cuidador e estima-se que, em Portugal, 900 mil pessoas sejam dependentes de outras, com fortes limitações no dia-a-dia, devido a problemas de saúde. Prevê-se que, dentro de 24 anos, este número passe a 1,1 milhões de pessoas dependentes.
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24 NOV 2017
Ordem de trabalhos: 1 – Apreciar e votar o orçamento e programa de ação para o ano de 2018, bem assim como o parecer do Conselho Fiscal – cfr. art. 32º alínea e) dos Estatutos. 2 – Informar do ponto de situação relativamente ao processo de arquitetura, do caderno de encargos para a conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho e das condições bancárias do empréstimo hipotecário. 3 – Conhecer para eventual ratificação da deliberação da Direção que, por unanimidade, aprovou todos os documentos do projeto, as peças do procedimento, programa do concurso, caderno de encargos e nomeação de júri e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Públicos assim justifica, pelo valor do procedimento de 950.000,00 € de forma a promover a mais ampla transparência e concorrência. 4 – Outros assuntos de interesse para a Associação.

LOUSÃ Notícias


O Ministro da Cultura manteve parecer da Direcção Regional do Centro (DRCC) sobre obras nos Paços do Concelho, rejeitando recurso interposto pela Câmara Municipal da Lousã (CML). A posição tomada pela DRCC em relação à substituição das janelas dos Paços do Concelho da Lousã foi corroborada pelo Ministro da Cultura, sendo agora a autarquia obrigada a repor a caixilharia e os vidros que caracterizavam a fachada do edifício. Assim, o “parecer favorável condicionado”, emitido pela DRCC a 24 de Janeiro passado, terá de ser cumprido pela Câmara da Lousã. Foi nos finais de 2016 que as obras na sede do município da Lousã se iniciaram, tendo a empreitada substituído as janelas do edifício. A caixilharia de madeira e a vidragem tradicional em quadrícula foi retirada, tendo sido colocada um estrutura em PVC, utilizando-se um vidro único. No entanto, quando a requalificação do edifício de iniciou, aquela autarquia não tinha ainda formalizado um pedido de parecer à DRCC – algo que só se realizou a 4 de Janeiro de 2017, quando já “60 janelas e portas tinham sido alteradas”. Esse pedido deveria ser realizado antes de as obras se iniciarem, já que “o edifício se encontra dentro da zona de protecção do Pelourinho da Lousã, classificado como monumento nacional em 1910”. O parecer indica que a DRCC é favorável à requalificação do edifício, mas a decisão é “condicionada”. O mesmo organismo compreende que a substituição da caixilharia não foi a “mais adequada”, não indo de encontro “à imagem do imóvel”. Assim, o parecer é condicionado “à reposição da solução pré-existente ou a uma solução mais adequada num curto período temporal”, uma vez que a direcção regional deliberou numa altura em que a intervenção em causa já estava “praticamente concluída”. Na altura, o presidente da CML, Luís Antunes, não entendeu que a intervenção tivesse sido “desadequada”, citando “pareceres externos e internos”. No entanto, a autarquia “interpôs um recurso hierárquico do despacho emitido” pela DRCC, com o intuito de alterar a decisão de “parecer favorável condicionado” para “parecer favorável”. O recurso foi rejeitado pela Direcção-Geral do Património Cultural, informando que “deve ser mantido o acto recorrido”. As obras foram contestadas e ganharam forma num manifesto assinado por “um grupo de 100 cidadãos”, adianta Rui Carreira Abreu, residente naquela vila há mais de 30 anos. Esse manifesto “tem como primeiro signatário Pedro Mexia”, escritor e assessor cultural do Presidente da República. A mesma fonte explica que a empreitada “não seguiu parâmetros legais” e que “desvirtuou um edifício histórico”. Em Março, o caso chegou ao Ministério Público: o grupo entregou “uma denúncia fundamentada” das obras que decorriam nos Paços do Concelho por violarem as leis em vigor e por descaracterizarem as fachadas do imóvel. Segundo o munícipe, “são poucos os lousanenses a favor desta substituição”. No entanto, Rui “não vê sinais” dessa alteração. Contudo, o lousanense assegura que já foi enviada uma carta à CML para que esta “informe dos prazos em que planeia cumprir o parecer da DRCC”.


No próximo dia 6 de novembro a Fundação comemora 30 anos da realização da escritura constitutiva da ADFP por iniciativa de Jaime Ramos. As comemorações incluem um conjunto de iniciativas que foram decorrendo ao longo do ano, culmina agora com um programa de aniversário que integra eventos internos e outros virados para a comunidade. Os momentos altos do programa de eventos serão o tradicional almoço de aniversário e uma Gala com a participação de artistas locais e amigos da organização. O primeiro momento do programa de aniversário previsto para Novembro e Dezembro teve lugar no dia 3 de novembro, no cinema de Miranda do Corvo, com “Nos sapatos e Francisco”, tema da aula magistral proferida por Anselmo Borges, que marcou a abertura oficial do ano letivo da Universidade Sénior mirandense Dia do aniversário, 6 de novembro, haverá um conjunto de iniciativas internas de caráter desportivo e cultural, com a atuação musical por parte da Universidade Sénior de Miranda do Corvo e a colaboradora Glória Correia, culminando com bolo de aniversário, espumante e sumos. No dia 10, o Parque Biológico da Serra da Lousã promove um Magusto do Dia de São Martinho, dirigido aos visitantes e colaboradores do PBSL. A grande maioria dos colaboradores deste parque temático são pessoas com necessidades especiais, e que integram as valências de centro de actividades ocupacionais e formação profissional. O dia mais significativo das comemorações, com almoço, visitas e inaugurações será no dia 11 de novembro.


Saber comunicar com os utentes é essencial, alerta o sociólogo Fausto Amaro, presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia (SPS), a propósito do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. O responsável sublinha que "os cuidados de saúde primários são essenciais na prevenção do suicídio, sendo necessário que estes estejam interligados com os serviços de Psiquiatria e Saúde Mental". É nesse contexto que um dos oradores convidados do Colóquio que se realiza dia 9 de setembro é o médico de família João Rodrigues, presidente da Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar (USF-AN). "Nunca se podem utilizar expressões banais" Este trabalho de equipa, multidisciplinar, contribui para que os profissionais de saúde saibam como falar com uma pessoa que se suspeita ter tendências suicidas ou que diga mesmo ao médico que pretende por fim à vida. “É uma área muito delicada, que exige muita formação, porque nunca se podem utilizar expressões banais, como ‘Isso não faz sentido’, ou ‘Tudo vai passar’.” Fausto Amaro reforça que “saber comunicar com os utentes é essencial, assim como, em caso de dúvida, é preciso saber quando se deve perguntar se a pessoa quer mesmo morrer e, de seguida, ajudá-la a encontrar uma alternativa, sem nunca desvalorizar o que ela está a sentir”, destaca igualmente o papel da comunicação social, "que deve ser vista como um parceiro fundamental". Na sua opinião, "é importante saber-se dar a notícia de um suicídio, para que se evitem mais casos por imitação", sublinha. Torna-se assim importante dar formação aos jornalistas, “para que essa notícia seja dada de modo a que se passe a mensagem de que há alternativa a esse comportamento”. Além de Fausto Amaro, na sessão de abertura do Colóquio do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, que decorrerá no Museu Municipal Álvaro Viana de Lemos, estará presente Ana Ferreira, vereadora da Câmara Municipal da Lousã, e Álvaro de Carvalho, diretor do PNSM/DGS e coordenador do PNPS. Com início às 14h30, a iniciativa inclui uma conferência intitulada "Baleia Azul: trilhos e exuberâncias de inquietações larvares", que será proferida pelo psiquiatra Carlos Brás Saraiva.

SOCIAL Notícias


Instituições foram porto de abrigo para as comunidades locais. A capilaridade do Setor Social Solidário coloca, invariavelmente, as IPSS no olho do furacão. Foi assim com a recente crise económico-financeira que Portugal viveu, com as instituições a serem a almofada social de milhares de portugueses, e, mais recentemente, foi assim com a tragédia dos incêndios de 15 de outubro na região Centro do País, tal como já acontecera em junho aquando do fogo de Pedrógão Grande. Porto de abrigo de muitas comunidades cercadas pelo fogo, as IPSS foram e têm sido essenciais no apoio a quem foi afetado pelos incêndios. Se em junho a desgraça caiu, essencialmente, sobre três concelhos (Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra), a 15 de outubro o número de concelhos severamente afetados multiplicou-se bastante. Mais de 25 municípios registaram habitações destruídas. Um dia em que as autoridades registaram mais de 500 fogos, numa área que se estendeu do distrito de Viseu até ao rio Tejo, sem esquecer que também lavraram dramaticamente em Monção e em Braga, num total de cerca de 200 mil hectares de área ardida. Um dia devastador, em que o lume tudo dizimou à sua passagem, matando 45 pessoas, ferindo cerca de 70, desalojando muitas mais, matando e ferindo inúmeras cabeças de gado, reduzindo a cinzas habitações, fábricas, aglomerados industriais, florestas, campos agrícolas, vinhas, colmeias, etc.. O fogo florestal transmutou-se em fogo urbano e nada ou pouco escapou à sua passagem. Esteve literalmente meio País a arder naquele que é considerado o pior dia do ano em matéria de incêndios e, muito provavelmente, de que há memória entre os vivos. Viajar, duas semanas depois, pelos territórios afetados pelos fogos de 15 de outubro é mergulhar num território pintado de negro, de aglomerados habitacionais totalmente dizimados, em que só as paredes exteriores dos edifícios se mantêm de pé, ou de ruas salpicadas de casas totalmente ardidas lado-a-lado com outras que nada sofreram. O negro é uma presença constante, sarapintado aqui e ali por pequenos tufos verdes. Pequenas áreas que o fogo não consumiu, mas também pedaços de vida a brotarem da terra, ou não fosse a natureza uma força inquebrantável. Os terrenos agrícolas estão sem vida aparente e também eles negros e cobertos de cinza, vinhedos destruídos, pastagens que a única coisa que têm para oferecer ao gado é… cinza. Inúmeras unidades fabris destruídas, o que cria um grande e grave problema em termos de emprego, em regiões em que a fixação de população há muito é um problema. À enorme tragédia que se registou a 15 de outubro e dias seguintes soma-se o drama do futuro, a nível humano, natural e económico. A intensidade e severidade dos incêndios, sem esquecer o denso e intoxicante fumo que libertavam, obrigaram à evacuação de localidades, ao realojamento das populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro. Cobrindo grande parte do território nacional, o mais natural é que as IPSS também elas se vissem a braços com uma situação de exceção, fosse porque o fogo também as afetava, fosse porque serviram de porto de abrigo às populações cujas comunidades elas servem ou, pelo espírito solidário que todas une, se disponibilizaram desde a primeira hora para ajudar no que fosse preciso. Enquanto o fogo lavrava no concelho de Seia, o Centro Paroquial de Seia acolhia utentes do Centro Social e Paroquial de Sazes da Beira, que por precaução foi evacuado, em especial devido ao intenso fumo. Para a instituição da cidade foram os utentes mais dependentes de Sazes da Beira, enquanto os demais foram para um dos três pavilhões disponibilizados pela autarquia, mas que a dada altura ficaram lotados. Apesar de o fogo também ter andado próximo do Centro Paroquial de Seia, a instituição “esteve sempre a funcionar a 100 por cento”, isto “apesar de algumas colaboradoras estarem bastante preocupadas com as suas coisas, pois o incêndio andava nas zonas onde moram”, conta a diretora-técnica Vera Veríssimo. Para além de ter acolhido um idoso logo na noite de 15 de outubro e mais três famílias no dia seguinte, mais os utentes de Sazes da Beira, a instituição, juntamente com outras instituições do concelho (Fundação Aurora Ressurreição Coelho Borges, Centro Social da Quinta Monterroso, Associação Humanitária, Social e Cultural de Pinhanços, Cruz Vermelha e Santa Casa da Misericórdia de Seia) serviram as refeições para quem fora evacuado e estava nos pavilhões municipais. “Foi um grande esforço, porque algumas das instituições tinham elas também sido evacuadas, pelo que éramos menos no apoio à população”, lembra Vera Veríssimo, que viu a última família deixar a instituição quase três semanas após o sucedido. Já o senhor, de 72 anos, que tudo perdeu no incêndio e que fora realojado no Centro Paroquial de Seia logo na noite de 15 de outubro, vai preencher uma vaga na instituição, passando a utente da ERPI. Tal como em outros concelhos, instituições com valências residenciais forneceram ainda lençóis e cobertores para dar algum conforto a quem tinha sido evacuado e passou a noite nos recintos disponibilizados para tal. Mas muitas outras instituições foram autênticos portos de abrigo para as populações, lugares seguros onde as pessoas se refugiaram. Isto apesar de em algumas situações as perspetivas é que nem ali estariam seguras. Foi o que aconteceu em Midões, concelho de Tábua, distrito de Coimbra, com o Centro Social Caeiro da Matta a servir de oásis no deserto de chamas em que a freguesia se havia transformado. Já em Cambra, concelho de Vouzela, distrito de Viseu, o Centro Social foi o derradeiro refúgio para a população da vila, que numa primeira fase fugira para a Igreja Matriz, no seio do núcleo habitacional, mas que perante a proximidade das chamas tiveram que fugir, refugiando-se na IPSS. “Acolhemos aqui na instituição, que pela localização e pela própria construção afigura-se mais segura, cerca de 200 pessoas”, conta João Taborda, vice-presidente da instituição de Cambra, que depois de assegurar que todas as portas e janelas estavam vedadas para que o fumo não entrasse, foi ajudar a afastar o fogo de um depósito de gás junto a um restaurante no meio da vila. Também no Centro Social de Cambra houve uma família que acabou por pernoitar na instituição mais do que apenas a noite fatídica, sendo que alguns dos desalojados, entretanto alojados nos Maristas, passaram a frequentar o Centro de Dia da instituição. Em Midões, Beatriz Vitorino recorda a afluência de pessoas da aldeia para o equipamento da instituição, em fuga às chamas e desesperadas perante o cerco que o lume fazia à aldeia. “As pessoas apareciam à porta a pedir socorro e é claro que as acolhemos. Ainda abrigámos aqui mais de 100 pessoas”, conta, lembrando que se o fogo pegasse na instituição “seria uma desgraça”, porque “não havia por onde fugir”. «Vivemos momentos de grande aflição, porém, dentro do espírito de solidariedade que faz parte dos princípios subjacentes à existência desta instituição, conseguimos acolher todos os desprotegidos que nos procuraram. Acolhemos idosos, crianças, feridos, estrangeiros, animais, enfim todos aqueles que em pânico se socorreram da nossa ajuda”, pode ainda ler-se na página de Facebook do Centro Social Caeiro da Matta, numa mensagem que teve como principal intuito o descansar os familiares das pessoas que a instituição acolhe, muitos deles residentes no estrangeiro. A diretora-técnica do Centro Social Caeiro da Matta recorda ainda que abrigou as pessoas e foi, desesperada, ao quartel dos bombeiros de Vila Nova da Oliveirinha pedir ajuda, mas não havia recursos disponíveis. Aliás, já nem ela pôde regressar à instituição, pois a aldeia estava cercada pelo fogo. Era esperar que tudo corresse pelo melhor, pois o fogo aproximou-se de tal forma da instituição que destruiu alguns materiais de construção que estavam nas traseiras e que eram para as obras de ampliação que o equipamento está a sofrer. Aliás, a cerca de 50 metros da instituição arderam três casas de primeira habitação, uma delas de uma funcionária do Centro. Neste particular, a história mais trágica das instituições que o SOLIDARIEDADE visitou é a do Centro Social e Paroquial de S. Joaninho, em Santa Comba Dão, que perdeu um funcionário para as chamas, que ainda desalojaram duas funcionárias. “Fomos um porto de abrigo para a comunidade, que aqui se refugiou do fogo”, conta Elisabete Costa, diretora-técnica da instituição, referindo ainda que a grande preocupação foi não deixar que o fogo chegasse ao depósito de gás que está no exterior da instituição e por onde as chamas rondaram. “Temos acolhido as funcionárias e as suas famílias aqui na instituição, onde tomam refeições e fazem a higiene diária, e temos fornecido alguns alimentos a quem também ficou desalojado”, revela Elisabete Costa, que, volvidas quase três semanas, desabafa: “Só agora estamos a começar a voltar à normalidade, porque tem sido difícil a nível psicológico”. Também bastante fustigado com o fogo foi o concelho de Vagos, no distrito de Aveiro, um incêndio que se estendeu a Mira, já no distrito de Coimbra. A Associação de Solidariedade Social de Santo André de Vagos, preocupada com as sequelas que a tragédia pode deixar, alertou, via Facebook, os pais das crianças que frequentam a instituição para a importância de se estar “atento ao comportamento das nossas crianças, depois destes episódios traumáticos que passaram nos últimos dias”, estando a instituição disponível para fazer a ponte com as equipas multidisciplinares que a autarquia enviou para o terreno. Por outro lado, a instituição, através da sua loja social, está “a doar roupas e móveis, entre outras coisas, para as muitas pessoas que foram afetadas”, revela a diretora-técnica Virgínia Pinho, sublinhando: “No concelho de Vagos o fogo só não chegou a uma freguesia, todas as outras foram afetadas”. Em Oliveira do Hospital, o Centro Paroquial de Solidariedade Social de Santa Ovaia, apesar de evacuado, “por causa do fumo, porque apesar de o jardim ter ardido, as instalações nada sofreram”, explica a diretora-técnica Laura Santos, a instituição “acolheu um desalojado durante uma noite e tem trabalhado em articulação com a Junta de Freguesia em tudo o que é pedido”. Em resposta a esses pedidos, a instituição acolheu durante um fim-de-semana uma equipa de psicólogos que trabalharam na zona, para além de “recolher e distribuir bens a quem não se pode deslocar a Oliveira do Hospital” onde está a ser centralizada a ajuda às vítimas do concelho. Também em Monção o fogo não deu tréguas, tendo os lares de Merufe e de Barbeita, valências do Centro Paroquial e Social de Barbeita, sido evacuados por precaução, face ao intenso fumo. “Até ao momento nada nos foi pedido para ajudar, mas se nos pedirem, cá estaremos para ajudar, pois estas casas existem para isso mesmo”, assevera o padre Américo Alves, presidente da instituição, sintetizando o espírito que norteia as IPSS espalhadas pelo País. Apesar de algumas também terem sido vítimas indiretas dos incêndios, as IPSS estão desde a primeira hora na ajuda às comunidades que servem, fosse servindo de porto de abrigo no auge do incêndio, seja no apoio indireto às populações nos dias que correm, já que a coordenação desse apoio está centralizado nas autarquias. Prova disso é a mensagem deixada no Facebook pela Casa do Povo de Tábua: «A Casa do Povo de Tábua associou-se desde a primeira hora com a onda solidária para acolher as vítimas dos incêndios e continua obviamente pronta para ajudar no que for necessário, quer em termos logísticos (com a cedência da nossa carrinha) quer com os nossos recursos humanos”.


A ADIC encontra-se sem receber os montantes protocolados com o Instituto de Segurança Social desde julho passado. Estado atrasou verbas e algumas cantinas sociais cortaram refeições. A Segurança Social não transferiu verbas no Verão e algumas instituições interromperam a distribuição de comida. Agora, queixam-se de descida de 41 mil para 22 mil refeições antes de arranque de entrega de cabazes. A mudança de paradigma na ajuda alimentar está a ter consequências na mesa de algumas famílias carenciadas. O Instituto de Segurança Social esteve mais de três meses sem transferir verbas para a Rede Solidária de Cantinas Sociais e, nessa altura, houve instituições a interromper a distribuição de comida. Agora, o número de refeições vai cair para quase metade até ao final deste ano e a distribuição de cabazes ainda não começou. A Rede Solidária de Cantinas Sociais nunca foi pensada como uma solução permanente. Era uma resposta de emergência à crise que devia durar até ao final de 2014. Subsistiu. E as dúvidas sobre a sua continuidade instalaram-se com o passar dos tempos. Cabazes em vez de cantinasJá em janeiro deste ano, o governo anunciou o novo paradigma. Em vez de cantinas sociais, haveria distribuição de cabazes alimentares, que incluiriam peixe, carne e legumes congelados. O novo programa responderia às pessoas que têm capacidade e condições para conservar alimentos e cozinhá-los. As cantinas sociais manter-se-iam para as outras. No Compromisso de Cooperação para o Sector Social e Solidário para o biénio 2017-2018, assinado entre o Governo e a União das Misericórdias Portuguesas, a União das Mutualidades e a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social (CNIS), ficou assente que haveria um “perfil de diminuição do número de refeições” servidas em cantina social. A aplicação dessa metodologia teria início no segundo semestre, por altura da habitual renovação dos protocolos. No final de junho, ainda não era claro o que iria sobrar da Rede Solidária de Cantinas Sociais. A verba correspondente às refeições servidas deixou de ser transferida para as instituições parceiras. Muitas nem sabiam se a Segurança Social iria ou não assinar uma adenda aos textos iniciais dos protocolos. “Decorrente da mudança de paradigma, a intenção de proceder à assinatura das adendas de renovação com as instituições foi formalizada a partir da primeira quinzena de setembro”, admite o gabinete do ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, Vieira da Silva. “Os pagamentos estão a ser efetuados, sendo que nos distritos em que a totalidade dos pagamentos ainda não se encontra regularizada o ISS está a trabalhar para normalizar a situação com brevidade”, refere ainda. O número de refeições servidas pela Rede Solidária de Cantinas Sociais já estava a diminuir de forma progressiva e neste semestre está a cair para metade. Em dezembro de 2014, no pico do programa, havia protocolo para 845 cantinas servirem 49 mil refeições diárias. Em dezembro de 2015, 42.500 mil. Em dezembro de 2016, 41.300. Agora, com estas 807 adendas que integram uma previsão de redução gradual ao longo de outubro, novembro e dezembro, ficar-se-á pelas 22 mil. Os indicadores socioeconómicos têm melhorado, o número de desempregados registados nos centros de emprego desceu para o valor mais baixo desde 2008. Há menos pessoas a precisar de ajuda alimentar, mas a diminuição da oferta decretada pela Segurança Social não corresponde à diminuição da procura verificada pelas instituições.


Mais de um milhão de portugueses dependentes em 2040 Estima-se que em 2040 mais de um milhão de portugueses sejam dependentes de outros, devido a problemas de saúde. Como forma de melhorar os cuidados domiciliários, a empresa portuguesa SWORDH Health cria um sistema digital para a reabilitação física. Hoje assinala-se o Dia do Cuidador e estima-se que, em Portugal, 900 mil pessoas sejam dependentes de outras, com fortes limitações no dia-a-dia, devido a problemas de saúde. Prevê-se que, dentro de 24 anos, este número passe a 1,1 milhões de pessoas dependentes.

"Não temos nas nossas mãos as soluções para todos os problemas do mundo, mas diante de todos os problemas do mundo temos as nossas mãos."
  Frase do dia por Friedrich Schiller
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