Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.


ADIC Destaque

30/03/2018 - 18:53h
Destine 0,5% dos seus impostos liquidados e o reembolso do IVA suportado à ADIC e ajude assim a Instituição. Preencha o campo 1101 do Modelo 3 (rosto) com o NIF: 504 000 349.
Clique AQUI para ver em vídeo o folheto institucional.
No momento do preenchimento da declaração de rendimentos, poderá destinar 0,5% do IRS liquidado ou doar a dedução do IVA a uma instituição. Desde IPSS, entidades religiosas e pessoas coletivas de utilidade pública, incluindo as que têm fins ambientais e culturais. Isto é a consignação do IRS – também conhecida como consignação fiscal – e a escolha é sua.

Sabia que pode doar 0,5% do seu IRS a uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), sem qualquer custo para si? Não pagará mais impostos, nem verá o reembolso do seu IRS diminuído por isso. A sua doação é retirada ao valor do imposto devido ao Estado.

Ao preencher a sua declaração de IRS, indique o NIPC da Instituição, neste caso a ADIC, nif: 504 000 349, que deseja apoiar no quadro 11 do Rosto da Dec. Mod 3. Ao fazê-lo estará a ajudar e a ser SOLIDÁRIO.

Assim, a ADIC Vilarinho apela a TODOS os contribuintes para consignarem 0,5% do seu IRS à Instituição. A totalidade dos impostos que pagamos destinam-se a financiar as despesas públicas do Estado sem nós decidirmos diretamente onde são aplicados. A única exceção existente é a possibilidade de destinar 0,5% do nosso IRS a uma determinada Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), de acordo com a regulamentação da Lei nº 16/2001, de 22 de junho. Esta consignação fiscal, não representa qualquer custo adicional para o contribuinte.

A consignação de IRS não tem custos para o contribuinte. São 3.760 as IPSS que pediram e completaram as condições para poderem vir a beneficiar dos 0,5 % de IRS.

Com total transparência e certeza afirmamos que a ADIC Vilarinho é uma dessas Instituições. Consulte AQUI a lista disponibilizada pela Autoridade Tributária.

No ficheiro PDF abaixo, poderá abrir o mesmo e consultar a lista das 3.760 IPSS, se desejar procurar a ADIC, basta para isso clicar nas teclas Crt+F e escrever no campo que é aberto a palavra ADIC ou o nº de contribuinte. 504000349.


Bem haja
A Direção
 

ADIC Notícias

30/03/2018 - 17:27h
29/03/2018 - 17:58h
Possuir um espaço próprio, novo, moderno e funcional foi sempre um sonho da Associação. A primeira fase de construção da obra «estrutura e telhado», iniciou-se em janeiro de 2009 e foi dada por concluída em novembro do mesmo ano. Assim, o investimento global no que já se encontra construído ascende a um valor a rondar os € 500.000,00 (meio milhão de euros). Valor este totalmente suportado pela tesouraria da Instituição. Após oito anos, com a obra completamente parada por falta de financiamento, A Direção da ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã, torna público que foi publicado no Diário da República n.º 54/2018, Série II de 2018-03-16, o Anúncio de Procedimento 1565/2018, sendo que o anúncio declara aberto o procedimento do Concurso Público para a construção de uma estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI), Centro de Dia (CD) e Serviço de Apoio Domiciliário /SAD) e poderá ser consultado AQUI na página do Diário da República. Valor do preço base do procedimento: 950.000,00 EUR. Plataforma eletrónica utilizada pela Instituição para o concurso: http://www.acingov.pt/acingov/ com o procedimento nº CP/1/2018. Prazo para apresentação das propostas: Até às 23h59m do 30 º dia a contar da data da publicação do anúncio. A necessidade de recurso a empréstimos bancários hipotecário de 1.000.000,00 €, vai ser um enorme desafio e uma tremenda responsabilidade sobre a gestão atual e futura da Associação, mas vamos todos acreditar que a decisão arrojada do investimento no equipamento vai ser a mais correta e que a ADIC permaneça em crescendo no apoio social a toda a comunidade que a procure e necessite da sua intervenção. O novo Centro Social representará uma enormíssima mais-valia social para todos aqueles que já necessitam ou porventura venham a necessitar de apoio, designadamente na vertente de equipamento residencial para idosos, uma vez que, atualmente, são obrigados a procurar fora e longe da sua terra o apoio para as suas necessidades, carências e problemas. Em anexo junta-se cópia do anúncio de procedimento publicado no Diário da República. A Direção
2017 um ano repleto de trabalho Solidário, 2018 as obras para conclusão do Novo Centro Social serão uma realidade. Teve lugar no passado dia 23 de março a assembleia geral ordinária da ADIC que contou com a presença de 32 associados. Fica aqui descrita uma breve resenha dos trabalhos, bem assim como os documentos aprovados. Relativamente ao primeiro ponto da ordem de trabalhos: Após ter sido dada a palavra pelo presidente da Assembleia geral Dr. Alcides Martins, o presidente da Direção Rogério Martins apresentou aos associados de uma forma muito resumida os principais pontos constantes do relatório de atividades onde destacou: Com o protocolo assinado a Direção da ADIC começou a diligenciar pela elaboração de um Estudo Económico-financeiro, a fim de ser apresentado em diversas Instituições Bancárias, com o objetivo de solicitar propostas de financiamento (empréstimo hipotecário) necessário para a conclusão das obras, dando também como garantia o valor protocolado acima referido. Várias foram as entidades bancárias contactadas ao longo do ano de 2017, mas somente obtivemos uma resposta concreta, uma resposta por escrito e favorável, que foi a do Crédito Agrícola. Sendo certo que, o Banco com que a ADIC trabalha, Banco BPI ainda não deu por encerradas as negociações; as solicitações de diversa documentação tem sido uma constante, aguardamos uma resposta definitiva da entidade bancária. Toda a documentação necessária ao lançamento do concurso público foi ao longo do segundo semestre de 2017 ultimado. O caderno de encargos foi apresentado à Direção e devidamente aprovado. O Júri do concurso foi escolhido e nomeado. Nesta fase a ADIC contou com toda a colaboração e disponibilidade do Município da Lousã e apoio do associado António Carvalho. Uma vez que existiu a necessidade de “retocar” alguns pormenores do projeto de arquitetura, a Direção decidiu submeter, em outubro, tais alterações à apreciação da Segurança Social. O parecer da Segurança Social, até 31/12/2017 não tinha chegado à ADIC e, já decorria o mês de janeiro de 2018 quando, finalmente, o visto favorável foi rececionado, contemplando: ERPI - 39 residentes Centro de Dia - 40 Utentes Serviço de Apoio Domiciliário - 60 Utentes Encontrando-se aprovados pela Direção, por unanimidade, os documentos do projeto, as peças do procedimento, programa do concurso, caderno de encargos e nomeação de júri, foi ainda necessário registar a ADIC na INCM a fim de, oportunamente, ser publicado o anúncio de abertura do concurso público no Diário da República (DR). Tudo o que era necessário tratar (documentação e burocracia) está tratado, pelo que o concurso será uma realidade talvez no primeiro trimestre de 2018, pelo valor do procedimento de 950.000,00 €, e é de crer, caso tudo corra normalmente que a empreitada para conclusão das obras do novo Centro Social de Vilarinho seja entregue à empresa vencedora no decurso dos próximos meses. Rogério Martins destacou ainda toda a atividade no âmbito do apoio social da ADIC, especialmente no que se refere às suas respostas sociais para crianças e para os seniores. Finalizando, referiu ainda que ao longo do ano muitas foram as situações que nos transtornaram, mas acreditamos que soubemos dar a cara, e mais importante ainda, dar a volta à situação com as alternativas que tínhamos ao nosso alcance (sempre legais e/ou de circunstâncias …). Referiu ainda, que muitas decisões foram tomadas e muitas outras adiadas por situações alheias à nossa vontade, aguardando por uma oportunidade que vá de encontro com os nossos objetivos e missão social. Esperamos, num futuro próximo dar respostas a todas as decisões que foram adiadas e ainda se encontram pendentes ... Lançamos ainda, o desafio aos associados, para serem mais intervenientes ao longo do ano, aportando sugestões e ideias, que possam ser trabalhadas em comum acordo e nos permitam gerar mais-valias para os nossos utentes. Vamos trabalhar em conjunto, unidos e de forma transparente, colocando de parte interesses não comuns, pois só assim conseguimos alcançar o sucesso institucional e o bem-estar para todos os nossos Utentes e demais colaboradoras. A terminar, a sua intervenção agradeceu em nome da Direção da ADIC a todos aqueles cujo empenhamento e dedicação muito contribuiu para o cumprimento da atividade retratada, sendo o tributo do nosso agradecimento em especial para as nossas Funcionárias, Colaboradores Voluntários, Parceiros e Amigos da Associação. * Seguidamente pelo tesoureiro Paulo Costa, foram apresentadas as contas referentes ao exercício de 2017, que resumiu: Total dos rendimentos - 412.788,19 € Total dos gastos - 405.388,62 € € Resultado líquido do exercício - 7.399,57. € Neste ponto, o tesoureiro deu ainda algumas explicações mais detalhadas sobre as rubricas mais importantes. Pelo tesoureiro foi ainda dada uma explicação sobre o protocolo com os Baldios, sendo que, no ano de 2017 já foi transferido para a ADIC o valor de 30.000,00 €, valor este registado contabilisticamente como subsídio ao investimento, não sendo assim contabilizado como ganho do exercício. O documento foi votado e aprovado por maioria Ponto 2 Neste ponto pelo presidente Rogério Martins foi informado que o Concurso Público para a conclusão das obras do novo Centro Social já se encontra a decorrer, tendo sido publicado o competente anúncio no Diário da República no passado dia 16 de março. No que se refere ao financiamento da obra o tesoureiro informou ainda que a ADIC tem uma resposta favorável de uma Instituição Bancária – Crédito Agrícola – e que existe documentação escrita dessa aceitação. Mais informou que ainda decorrem negociações preliminares com os Bancos BPI e Montepio. Findas estas negociações preliminares, a Direção da ADIC decidirá e passará a negociar formalmente com a Instituição bancária que irá financiar o equipamento social. Este ponto foi meramente informativo Ponto 3 Pelo presidente da Assembleia geral Dr. Alcides foi informado ter recebido uma carta de um associado, na qual eram abordados vários assuntos referentes ao Jardim de Infância. Essa mesma carta foi lida na integra pela Mesa aos associados presentes. Na sequência de tal missiva, a Direção entendeu por bem dar as explicações e esclarecimentos tidos por convenientes e oportunos para a ocasião, tendo para o efeito sido o vice-presidente da Direção João Melo que usou da palavra. Este ponto foi meramente informativo Abaixo, consulte todos os documentos. AQUI pode folhear e ler o Relatório e Contas

29/03/2018 - 10:30h
29/03/2018 - 10:28h
Decorreu a segunda fase (Avaliação física e auditiva) do Projeto AGA@4Life que tem como promotor o Instituto Politécnico de Coimbra. Mais uns dias de interação entre utentes das valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário com a vantagem da promoção da saúde gereátrica.
"A melodia perdida" Na semana da floresta, a Oficina de Segurança da Lousã juntamente com a companhia Marimbondo vieram até ao nosso Jardim de Infância deliciar-nos com uma peça de fantoches. As nossas crianças adoraram e a Instituição agradeceu.
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16 MAR 2018
A Direção da ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã, torna público que foi publicado no Diário da República n.º 54/2018, Série II de 2018-03-16, o Anúncio de Procedimento 1565/2018, sendo que o anúncio declara aberto o procedimento do Concurso Público para a construção de uma estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI), Centro de Dia (CD) e Serviço de Apoio Domiciliário /SAD)
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23 MAR 2018
“Nos termos do disposto no artigo 31º, nº 5 al. a) dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral da ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã, IPSS, para reunir em Sessão Ordinária, a realizar no próximo dia 23 de março de 2018, pelas 20:00 horas, no Centro de Dia de Vilarinho. Se, à hora acima indicada, não estiverem presentes mais de metade dos associados com direito a voto, nos termos do art.º 35º, nº 6, dos Estatutos, a Assembleia reunirá uma hora depois, com qualquer número de sócios presentes”. Alcides Martins, presidente
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29 MAR 2018
Vai realizar-se nas instalações da Junta de Freguesia de Vilarinho, Rua Sra. das Preces, nº 4 – Vilarinho 3200-407 Lousã a assembleia-geral, da UIPSS de Coimbra, para Apresentação, discussão e votação do Relatório de Actividades e Contas de 2017 e Parecer do Conselho Fiscal.

LOUSÃ Notícias


Terminou este domingo mais uma edição da Semana do Empreendedorismo da Lousã, um evento que contou com diversas atividades, tendo as mesmas contado com boa adesão. A Semana iniciou-se com o Concurso Municipal de Ideia de Negócios, organizado em parceria com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM_RC), Agrupamento de Escolas da Lousã, Escola Profissional da Lousã e ARCIL. A ideia de negócio vencedora a Pulsar – uma pulseira para pesar que se coloca à volta dos sacos de alimentos e ingredientes, substituindo as convencionais balanças – foi proposta pela Aluna Ema Loureiro Duarte e foi a representante do Concelho no Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio que teve lugar no passado domingo, tendo sido brilhantemente apresentado pela sua proponente. No dia 19 de março, o Museu Prof. Álvaro Viana de Lemos acolheu o II Fórum de Empreendedorismo e Inovação – Desafia-te! Já no dia 20 de março, as atividades desenrolaram-se no Auditório da Biblioteca Municipal, tendo decorrido durante a manhã duas oficinas promovidas pela DECO e pelo Microninho – Incubadora Social / ADSCCL, nomeadamente sobre “O essencial da economia pessoal” e “Missão UPA”. Durante a tarde, as atividades foram dedicadas às empresas e aos empreendedores, tendo sido promovida – em parceria com a AESL – Associação Empresarial Serra da Lousã, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional e Turismo do Centro – uma sessão de esclarecimento sobre o “Incentivo SI2E – Atrair novos investimentos empresariais e emprego para os territórios afetados pelos incêndios e incentivos para o setor do Turismo, tendo a sessão contado com cerca de 40 participantes.


Uma disputa de águas de rega esteve há 40 anos na origem de um homicídio, na Serra da Lousã, que inspirou uma canção de sabor popular e um filme do realizador João Mário Grilo. Era um dia do verão de 1978, estava um calor intenso na Cerdeira, concelho da Lousã, e o velho Constantino Lopes, solteiro, andava incomodado pelo facto de as águas de uso comunitário faltarem na hora que lhe cabia por direito ancestral. Nessa altura, na sequência de um longo processo de desertificação, que se acentuou após a II Guerra Mundial, apenas três pessoas moravam naquele lugar agropastoril: o próprio Constantino e duas vizinhas, com as quais mantinha uma coabitação difícil. Um dia, quando mais uma vez a água não desceu pelo regato para irrigar a sua terra, o homem (que também zelava pelas propriedades de serranos ausentes em Lisboa e além-mar, sobretudo no Brasil e nos Estados Unidos) viu-se envolvido numa altercação que acabou da pior maneira. Transtornado com o repetido roubo de água e com as ofensas verbais do momento, Constantino perdeu a cabeça e, com um sacho, desferiu um golpe fatal na vizinha de quem há muito se queixava. Sem antecedentes criminais, Constantino “era um homem bem formado”, disse à agência Lusa o advogado Amílcar Sandinha, que há 40 anos o defendeu em julgamento. “A coexistência com as vizinhas não era pacífica. As pessoas estavam noutro mundo e viviam de costas voltadas”, recordou. Nessa época, “a água era um bem precioso disputadíssimo” nos meios rurais, em Portugal, “mas hoje esses problemas não são tão frequentes”, sublinhou o causídico, que aos 82 anos continua a exercer a profissão. Constantino vestiu o seu melhor fato e desceu a montanha, a pé, para se entregar na GNR. Viúva, a irmã da vítima foi acolhida na Santa Casa da Misericórdia da Lousã, no distrito de Coimbra. Sem habitantes, a Cerdeira morreu igualmente nesse dia fatídico, para renascer mais tarde, com outros residentes, como a escultora alemã Kerstin Thomas, que tem assumido um papel decisivo no novo ciclo de vida da aldeia, agora assente na cultura, no ambientalismo e no turismo. O Tribunal da Lousã condenou Constantino a 14 anos de prisão, mas o camponês foi poucos anos depois devolvido à liberdade, tendo regressado à Cerdeira, onde morou sozinho até à chegada da família germânica, em 1988. O guarda-florestal Augusto Simões dedicou-lhe o poema “Celestino”, sem nunca dizer ao amigo que eram versos em sua homenagem. Com música de Ramiro Simões, a canção passou a integrar o reportório do grupo “Novárvore”, nos anos 80 do século XX. “Ainda hoje, muita gente continua a pedir-me o ‘Celestino’ nos espetáculos e encontros cá na terra”, disse o cantor. Kerstin Thomas depressa ficou amiga do vizinho. “Ele não era um criminoso, era uma excelente pessoa”, declarou à Lusa. A artista contou que “Constantino sofreu muito” com o desfecho da disputa violenta com a vizinha e informou logo os novos moradores que teve “um azar na vida”. “O meu maior fascínio, quando aqui cheguei, foi a água” da ribeira da Cerdeira, em quantidade e qualidade, disse. Kerstin é uma das organizadoras do programa cultural “Elementos à Solta”, que se realiza na aldeia desde 2006. A 13.ª edição da iniciativa, em maio e junho deste ano, é dedicada à água. “É um luxo ter acesso a uma água com esta qualidade”, enfatizou. A par de outros lugares serranos, a Cerdeira integra a rede turística Aldeias do Xisto. Em 1992, João Mário Grilo rodou na Serra da Lousã o filme “O Fim do Mundo”, baseado nos acontecimentos protagonizados por Constantino, em 1978, com o ator José Viana (Augusto Henriques) no principal papel. O montanhês temia “recordar aquilo tudo outra vez”, confirmou Kerstin Thomas. José Viana decidiu não conhecer o homem, como afirmou em entrevista à Lusa durante as gravações, na Serra da Lousã, há 25 anos. Do mesmo modo, Constantino Lopes detestava que lhe falassem do filme: águas passadas não movem moinhos.


Segundo Pedro Machado, a Lousã “empresta” a sua marca a um conjunto de territórios, que não estão confinados apenas ao seu município, “com características próprias que ajudam a diferenciar a oferta turística e lhe acrescenta valor fundamental na atração, que é a singularidade”. “Hoje, o que turistas nacionais e estrangeiros procuram cada vez mais, quando se deslocam para destinos, está subjacente às suas motivações duas características: diferenciação e singularidade”, disse o presidente da TCP, que intervinha na Câmara da Lousã, durante a assinatura de um acordo de parceria com aquele município do interior do distrito de Coimbra. O protocolo de parceria estabelece um investimento de 20 mil euros da TCP para a promoção do turismo e produtos locais da Lousã, entre eles a Feira do Mel e Castanha e os festivais gastronómicos, e para o funcionamento do ‘Welcome Center’ das Aldeias do Xisto, que está instalado no concelho. Para Pedro Machado, “há tanta coisa associada à Serra da Lousã que traduz, de facto, uma capacitação daquilo que é o valor acrescentado que a Lousã empresta aos municípios à sua volta” e para a atratividade que representa para os outros que utilizam aquela marca. “O TCP reconhece a importância desta porta de entrada para um dos elementos principais da nossa oferta turística que são as aldeias do xisto, em que temos cinco, e, além disso, este protocolo tem como objetivo o apoio a eventos realizados pelo município”, congratulou-se o presidente do município da Lousã. De acordo com Luís Antunes, o município tem conseguido contribuir para os objetivos da TCP, dinamizando e qualificando a oferta turística existente no concelho. “Queremos cada vez mais afirmar a Lousã como destino de excelência, forte e relevante naquele que é o panorama turístico da região Centro e no contexto nacional”, sublinhou o autarca.

SOCIAL Notícias


Vai realizar-se, hoje dia 29 de março, pelas 15 horas, nas instalações da Junta de Freguesia de Vilarinho, Rua Sra. das Preces, nº 4 – Vilarinho 3200-407 Lousã a assembleia-geral, da UIPSS de Coimbra, para Apresentação, discussão e votação do Relatório de Actividades e Contas de 2017 e Parecer do Conselho Fiscal.


A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e outras instituições sociais podem vir a pagar cerca 50 milhões de euros para ficar com 2% da Caixa Económica Montepio Geral, num negócio que estará praticamente concluído, avança o jornal Eco. A concretizar-se, os moldes do negócio serão assim muito diferentes dos que foram falados inicialmente no final de 2017 e depois de muitas críticas de diversos quadrantes à entrada da Santa Casa na estrutura acionista de uma instituição financeira e mutualista com dificuldades económicas. Não é conhecido quantas instituições fazem parte do grupo de investidores, mas, de acordo com o Eco, dentro deste conjunto encontram-se, além da Santa Casa de Lisboa, centenas de outras misericórdias e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Tendo em conta o valor de referência noticiado pelo jornal Eco (cerca de 50 milhões de euros), o negócio poderá ser concretizado de acordo com a avaliação que a Associação Mutualista liderada por Tomás Correia fez do seu próprio banco: cerca de 2 mil milhões de euros. Isto depois de um conjunto de peritos ter atribuído ao Montepio Geral um valor de mercado a rondar os 1.300 mil milhões de euros. Quando a hipótese da Santa Casa Misericórdia de Lisboa entrar no capital do Montepio saltou para a praça pública, falava-se que a Santa Casa poderia pagar cerca de 200 milhões de euros por uma participação máxima de 10% no capital da Caixa Económica Montepio Geral. Numa segunda fase, e perante as críticas que o negócio suscitou na Opinião Pública, foi avançado um segundo valor: cerca de 160 milhões de euros por 6%.


O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) falou hoje na Comissão da Segurança Social e Trabalho, na Assembleia da República, propondo a criação de uma autoridade independente que fiscalize o sector. O padre Lino Maia entende que a criação dessa autoridade pode permitir que “não haja instituições de solidariedade virtuais e estabelecidas só para apanhar incautos”. Para o sacerdote, é errado pensar num cenário generalizado de falta de “transparência” no setor social, após a polémica que se seguiu ao caso ‘Raríssimas’. O presidente da CNIS entende que a criação de uma autoridade independente que acompanhe e fiscalize o sector pode permitir que “não haja instituições de solidariedade virtuais e estabelecidas só para apanhar incautos”. Para o padre Lino Maia, é errado pensar num cenário generalizado de falta de “transparência” no setor social, após a polémica que se seguiu ao caso ‘Raríssimas’. “Ao longo das últimas duas décadas, em competências e em recursos humanos, a matriz de relacionamento entre as IPSS e os centros de Segurança Social, que era de um acompanhamento próximo e muito pedagógico (…) foi substituída por uma avaliação burocrática”, lamentou. “Tem diminuído em qualidade e em número o acompanhamento da Segurança Social às instituições e tem aumentado a fiscalização”, assinalou depois o sacerdote.

"Não temos nas nossas mãos as soluções para todos os problemas do mundo, mas diante de todos os problemas do mundo temos as nossas mãos."
  Frase do dia por Friedrich Schiller
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A "ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã" agradece a todas as entidades e organizações que reconhecem e apoiam a sua actividade.
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