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Lousã Notícias 147 Notícias publicadas
       
Publicada a 18 de março de 2019 às 13:24h
O Município da Lousã e a Prefeitura de Santos assinaram no passado dia 15 de março, na Prefeitura de Santos, um acordo de geminação, numa cerimónia marcada pela emoção e pela saudade, tão característica dos Portugueses. Perante um Salão Nobre repleto de individualidades e portugueses radicados naquela cidade do Brasil, o Presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes e o Prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, formalizaram este acordo que tem como objetivo conferir uma expressão política e Institucional a uma relação que já vem de longe, pois desde a 2.ª metade do século XIX que centenas de Lousanenses foram para Santos em busca de um futuro melhor. Na sua intervenção, Luís Antunes, assumiu que “Com este acordo pretendemos reforçar os laços entre as duas comunidades e criar as condições para que se possa intensificar uma relação que se pretende cada vez mais ampla e frutuosa. O Autarca referiu, também, que com esta geminação, “se pretende igualmente que os Lousanenses e os seus descendentes reforcem ou criem mais ligação com o Concelho da Lousã”. Esta ação tem um programa bastante diversificado, que inclui o contacto com diversas empresas, instituições, associações e um almoço com a comunidade portuguesa, tendo Armando Lopes e Alexandre Antunes, Lousanenses residentes em Santos, tido um papel fundamental na sua organização. A comitiva oficial, constituída, para além do Presidente da Câmara, Luís Antunes, pelo Presidente da Assembleia Municipal, Carlos Seco, e pelo Vereador Orlando Ferreira, será recebida pelo Cônsul Geral de Portugal em São Paulo, Paulo Nascimento, na próxima segunda feira. Já na terça feira, dia 19, a comitiva deslocar-se-á para Espírito Santo do Pinhal - no mesmo Estado onde o benemérito Comendador Montenegro, nascido na Lousã, com mais 29 homens e mulheres deste concelho, fundou, em 1867, a colónia Nova Louzã - onde será recebida pelo Prefeito Sérgio Bianchi, sendo também formalizado um acordo de parceria e estabelecido contacto com a população, estando prevista a visita ao Estado de Nova Lousã e a diversas obras e equipamentos que tiveram o “cunho” do Comendador Montenegro.


Publicada a 10 de março de 2019 às 20:51h
Uma casa com tiques de nobreza e uma boa dose história, chegou a ser conhecido por Palácio dos Salazares e, mais tarde, por Palácio da Viscondessa do Espinhal. Desde 2005 é o Palácio da Lousã Boutique Hotel, mas nunca perdeu a essência de casa brasonada. Um refúgio repleto de charme no centro da vila. Conta-se que o Duque de Wellington, comandante das tropas anglo-lusas, dormiu por ali em Março de 1811. Era uma casa habituada a receber vários notáveis. Sobreviveu à passagem do tempo (desde o século XVIII), atravessou várias gerações e chega até aos dias de hoje sem perder o título (e as condições) de palácio. Um hotel onde cada hóspede é recebido como um nobre, sendo constantemente desafiado a recuar no tempo, até à época de origem daquele imóvel histórico. Sempre com uma boa dose de charme e tendo como inspiração a paisagem da serra da Lousã. Outrora conhecido por Palácio dos Salazares e, posteriormente, Palácio da Viscondessa de Espinhal, em 2005 passou a ser Palácio da Lousã Boutique Hotel, depois de obras de adaptação que respeitaram a essência do edifício. E, sem sombra de dúvida, a sua beleza. Aquela que salta à vista logo a partir da rua: o brasão cravado no topo, as varandas em ferro forjado e o grande portão de madeira são apenas alguns dos pormenores que se evidenciam ao longo da fachada. No interior, é a partir da escadaria em pedra, bifurcada, que o imóvel começa a acusar tiques de casa de gente nobre. As portas são em madeira trabalhada, os tectos também, e numa ou outra parede há fotos antigas que nos forçam a recuar no tempo. Prenúncio de uma viagem que ainda está no início, pois em praticamente todas as divisões ou recantos do Palácio da Lousã Boutique Hotel encontramos um pedaço de história. A única excepção são os quartos da ala nova (23 habitações) do imóvel, que apresentam uma decoração mais contemporânea. Cortesia da gerência da unidade hoteleira de quatro estrelas: a Fugas ficou alojada num quarto duplo superior, na ala do palácio, com vista directa para os jardins e para a piscina (fica o desejo de voltar, em dias de temperaturas mais dadas a banhos e a estadias mais prolongadas naqueles espaços verdes). A cama de dossel acaba por sobressair entre as várias peças de mobiliário de época que decoram o quarto de dimensões generosas e com uma boa dose de conforto. Memórias dos nobres que ali viveram A evocação da história do palácio está também bem presente nas quatro salas de estar do hotel, situadas no primeiro piso do imóvel – ainda que possam funcionar como uma espécie de grande salão, cada uma delas é uma divisão independente. Seja na Sala do Brasão, Sala do Piano, Sala João Antunes ou na Sala do Oratório, em cada uma delas o hóspede é convidado a relaxar, a ler um livro ou a conversar, embalado pelos elementos decorativos que ajudam a contar a história do imóvel e da família nobre que o foi habitando. Desde Bernardo Salazar Sarmento D’Eça e Alarcão, seu fundador, e passando, claro está, pela Viscondessa do Espinhal, que, além de ter dado nome ao palácio é hoje especialmente recordada no restaurante do hotel (Restaurante A Viscondessa). Sem sombra de dúvida, uma das divisões mais bonitas de todo o edifício. Os frescos nas paredes, o mobiliário clássico e o requinte da decoração da sala, irão, definitivamente, seduzi-lo. Ao lado do restaurante, encontrará o bar (aberto diariamente entre as 10h30 e as 24h) e a sala dos pequenos-almoços. A primeira refeição do dia é servida num espaço envidraçado, aproveitando as vistas deslumbrantes do jardim e da paisagem envolvente. A variedade de produtos é grande, sem esquecer as propostas mais caseiras e artesanais, como as compotas ou o mel da serra da Lousã. Pães, bolos, cereais, iogurtes, ovos, sumos e fruta fazem parte da lista de iguarias apresentadas aos hóspedes logo pela manhã. À descoberta da serra e das Aldeias do Xisto Ainda que esteja localizado bem no centro da vila que, por si só, já tem vários pontos de interesse (Museu Municipal Prof. Álvaro de Lemos, Igreja Matriz, entre outros), o Palácio da Lousã Boutique Hotel pode constituir também um ponto de partida para quem quer descobrir esse destino especialmente recomendado aos amantes de desportos de natureza e de aventura: a serra da Lousã. Há propostas para todos: desde os passeios pedestres, passando pelo BTT, parapente ou rapel. Na recepção do hotel encontrará a lista dos vários programas disponíveis, bastando-lhe apenas escolher. Às opções de actividades físicas, juntam-se os programas de massagens e de bem-estar, oferecidos por empresas parceiras da unidade hoteleira. Para os que preferem os passeios livres, sem rigidez de horários e de roteiros, a descoberta das Aldeias do Xisto apresenta-se como uma óptima opção. Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Cerdeira e Candal são as aldeias de visita obrigatória para quem parte à descoberta da Lousã – a rede de Aldeias do Xisto integra 16 concelhos e um total de 27 aldeias. Visite cada uma delas, cumprimente as suas gentes e conheça as suas tradições e produtos gastronómicos. Se encontrar uma Loja Aldeias do Xisto, aproveite para entrar e ficar a conhecer produtos gourmet e artesanato tradicional e contemporâneo, enquanto saboreia um chá. Com a certeza de que este é um daqueles destinos onde é permitido ceder ao pecado da gula. No território das Aldeias do Xisto existem mais de 600 quilómetros de percursos pedestres devidamente homologados.


Publicada a 10 de março de 2019 às 20:34h
A Câmara Municipal da Lousã encontra-se a rececionar candidaturas para a adesão ao serviço de teleassistência – Projeto 10 000 vidas – definindo, como prioridade, as pessoas idosas ou cidadãos incapacitados, residentes no concelho da Lousã, em isolamento geográfico ou com fraca rede familiar e de vizinhança ou ainda que apresentem uma situação de vulnerabilidade familiar. O Projeto 10 000 vidas foi criado no âmbito de um protocolo com a Associação Nacional de Cuidados de Saúde e funciona na Lousã desde 2015, contando já com algumas dezenas de utilizadores. Trata-se de um serviço de apoio inovador e com comprovada fiabilidade, pensado para melhorar a qualidade de vida, saúde, segurança dos seus utilizadores, através de contactos regulares com as entidades parceiras e possibilidade dos utilizadores fazerem ou receberem contactos telefónicos através de telemóveis especialmente concebidos para o efeito. Estes dispositivos móveis de teleassistência e de telessaúde abrangem um conjunto de serviços/ respostas em situações de urgência/emergência, permitindo também a monitorização de indicadores de saúde (medicação, tensão arterial e consultas) bem como a garantia de uma maior segurança (localização GPS) e maior acompanhamento por parte das instituições. Com a abertura deste período de candidaturas, a Autarquia pretende alargar o seu raio de ação cobrindo eventuais casos que possam não estar devidamente sinalizados pela rede social. A candidatura deve ser feita no Setor de Desenvolvimento Social e Saúde da Câmara Municipal da Lousã (Junto aos CTT) ou pelo telefone 239990375.


Publicada a 07 de dezembro de 2018 às 8:48h
Foram ontem hasteadas no edifício dos Paços do Concelho as bandeiras referentes às distinções obtidas pela Câmara Municipal da Lousã, nomeadamente “ECO XXI”, “Autarquia + Familiarmente Responsável” e “Município Amigo do Desporto”. No que diz respeito ao galardão “ECO XXI”, o Município da Lousã foi distinguido como o 2.º município mais sustentável do País. Pelo 7.º ano consecutivo, a Lousã, foi, também, distinguida com o galardão “Autarquia + Familiarmente Responsável”. Já pelo 2.º ano consecutivo, a Lousã foi distinguida como “Município Amigo do Desporto”, galardão atribuído pela plataforma Cidade Social. Estes galardões refletem a qualidade do trabalho em rede promovido no Município e representam, segundo o Presidente da Câmara Municipal, Luís Antunes “um estímulo e um desafio para continuarmos a desenvolver estratégias e projetos que contribuam para um concelho com – cada vez mais – qualidade de vida.


Publicada a 02 de dezembro de 2018 às 18:16h
Metrobus servirá o antigo ramal ferroviário da Lousã e a cidade de Coimbra. Daqui a dois anos será desactivado o canal ferroviário entre as estações de Coimbra-A e Coimbra B. A solução tecnológica de autocarros eléctricos designada "Metrobus do Sistema de Mobilidade do Mondego", que irá servir o antigo ramal ferroviário da Lousã e a cidade de Coimbra, estará concluída em 2021, anunciou a Infra-estruturas de Portugal (IP). "O projecto do Metrobus do Sistema de Mobilidade do Mondego entrará em serviço no final de 2021", disse fonte oficial da IP, numa resposta escrita enviada à agência Lusa. A mesma fonte adiantou que o projecto do Metrobus "mantém as mesmas características de traçado do previsto no metropolitano de superfície, pressupondo a desactivação do canal ferroviário entre [as estações] de Coimbra-A e Coimbra B e garantindo a ligação directa das várias centralidades da cidade à Linha do Norte". De acordo com a Infra-estruturas de Portugal, a desactivação daquele ramal ferroviário de ligação entre a linha do Norte e a estação localizada na baixa da cidade está "prevista para o último trimestre de 2020" (daqui por dois anos, um ano antes da entrada ao serviço do sistema Metrobus) e será feita "em articulação com a CP e com a Câmara Municipal de Coimbra". "Até lá, a estação de Coimbra-A e a sua ligação a Coimbra-B continuarão a funcionar como habitualmente", adiantou a IP. Já este ano, no dia 2 de Julho, em Penacova, distrito de Coimbra, na presença do primeiro-ministro, António Costa, o ministro do Planeamento e Infra-estruturas, Pedro Marques, informou que o primeiro concurso público do denominado Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), no Ramal da Lousã e em Coimbra, será lançado no início de 2019. O processo do Sistema de Mobilidade do Mondego arrasta-se há mais de duas décadas, com a criação da Metro Mondego, uma sociedade liderada pelo Estado e integrada também pelos municípios de Coimbra, Lousã e de Miranda do Corvo e pela Infra-estruturas de Portugal (que substituiu a REFER na composição accionista da empresa de capitais exclusivamente públicos). O projecto de metro ligeiro para o Ramal da Lousã (ferrovia que servia os municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, que foi desactivada em 2010 e cujos carris foram removidos), foi anunciado em 1994, mas, entretanto, abandonado, tendo o actual Governo decidido avançar com o sistema de metrobus.


Publicada a 02 de dezembro de 2018 às 18:10h
O Município da Lousã foi hoje galardoado como o 2.º município mais sustentável do País, no âmbito do Galardão ECOXXI, instituído pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), numa cerimónia que teve lugar em Estarreja. Nesta edição a candidatura da Lousã, voltou a melhorar a sua pontuação, subindo – em relação à edição anterior – um lugar na tabela e obtendo a sua melhor classificação de sempre, consolidando a sua posição no patamar mais elevado deste galardão, onde só conseguiram chegar 7 municípios (Guimarães, Lousã, Loulé, Águeda, Alfandega da Fé, Loures e Pombal). Participaram no Galardão ECOXXI 2018, 50 municípios de todas as regiões do país. Hastear uma bandeira ECOXXI significa, principalmente, o compromisso assumido pelo município para com os seus munícipes, de trabalhar a sustentabilidade nas áreas ambiental, económica e social, dando ainda especial atenção à importância da educação neste percurso. A avaliação das ações, práticas e políticas realizadas em diversos domínios da sustentabilidade, baseia-se num sistema de 21 indicadores e foi realizada por um conjunto de pessoas e entidades – mais de 40 instituições - que integram a Comissão Nacional ECOXXI e se agregaram em júris especializados. As áreas temáticas cobertas pelos diversos indicadores contemplam os domínios ambiental, social e económico, e vão desde a educação ambiental, ao turismo sustentável, passando pela qualidade da água e do ar, gestão de resíduos e saneamento, mobilidade e ordenamento do território e ainda a participação pública, emprego e informação ao munícipe, entre outros.


Publicada a 27 de novembro de 2018 às 15:17h
A Câmara Municipal da Lousã promoveu, no dia 24 de novembro, a I Gala do Desporto onde foram homenageados 32 atletas a título individual, 1 treinador e 21 equipas, num total de cerca de 220 atletas. A gala, que foi apresentada pelo Lousanense Nuno Rodrigues, Jornalista e Coordenador de Informação da Antena 1 e que lotou o Cine Teatro, teve como objetivo reconhecer o mérito dos atletas e clubes do Concelho em sete categorias, nomeadamente Desporto Escolar, Competições Distritais e Regionais, Desporto Adaptado, Competições Europeias, 3.ºs lugares em Competições Nacionais, Vice Campeões Nacionais e Campeões Nacionais. Neste evento ficou bem demonstrada a dinâmica desportiva existente no concelho da Lousã e, em particular, o trabalho desenvolvido na formação de jovens atletas, no desporto escolar, adaptado, formal e o informal, que fazem do Concelho da Lousã uma das referências desportivas a nível nacional. Para o Presidente da Câmara Municipal, Luís Antunes, “a decisão de avançar para a realização desta gala surge porque o Executivo entendeu que a quantidade e, especialmente, a qualidade do trabalho realizado e dos títulos obtidos, mereciam um momento próprio. Pretendemos que este momento seja uma celebração do desporto Lousanense e por isso avançámos para este formato que pretendemos que melhore de ano para ano e que seja uma referência para os nossos agentes desportivos.” Na sua intervenção, o Autarca referiu ainda que Através destes reconhecimentos queremos enaltecer todos aqueles que se dedicam ao desenvolvimento do desporto do Concelho e – em particular – à formação dos jovens e que prestam um contributo importante para o reforço da identidade concelhia e do orgulho de Ser Lousanense.


Publicada a 27 de novembro de 2018 às 15:08h
No dia 28 de novembro a Lousã vai receber uma sessão preparatória do Encontro Nacional de Juventude, dirigida a jovens dos 16 aos 30 anos, cujo objetivo é que os participantes passem a conhecer melhor a Carta Universal dos Direitos Humanos, o contexto em que a mesma foi assinada, os direitos nela consagrados, bem como a sua importância para a paz e coesão social. Os jovens que se inscreverem para a sessão, que decorrerá das 15h às 17h30, no bar do Parque Carlos Reis, poderão candidatar-se a ir ao Encontro Nacional de Juventude, que decorre de 12 a 14 de dezembro, em Cascais, com quase todas as despesas pagas (alojamento, alimentação, seguros e transporte). Ainda há vagas para a sessão da Lousã que será muito prática e participativa, e a sua dinamização será feita pela Bolsa de Formadores do Conselho Nacional de Juventude. Inscrições através de e-mail para o geral@cm-lousa.pt ou para marta.correia@cm-lousa.pt indicando: nome, idade no dia 28 de novembro, contactos e informações pessoais sobre se pertencem/pertenceram a alguma associação ou fazem/fizeram voluntariado.


Publicada a 10 de novembro de 2018 às 21:43h
A incubadora social Microninho, com sede na Lousã, já ajudou a nascer 12 negócios no primeiro ano de atividade de um projeto multimunicipal que termina em 2020 e cujo objetivo é criar 36 empresas. “Começámos em outubro de 2017 e estamos a 50% das nossas metas”, quanto ao número de beneficiários alcançados, disse hoje à agência Lusa a coordenadora do Microninho, Liliana Simões. Apoiado por fundos comunitários, o projeto corresponde a um investimento global de 414 mil euros e envolve os municípios de Lousã, Vila Nova de Poiares, Penela e Condeixa-a-Nova, onde o Microninho tem gabinetes abertos, no distrito de Coimbra. Fundadora da Associação de Desenvolvimento Social e Cultural dos Cinco Lugares (ADSCCL), a socióloga Liliana Simões explicou que a intervenção nos quatro concelhos já abrange 120 beneficiários, metade dos 240 que constituem o objetivo final. Um terço dos 36 negócios previstos nos planos do Microninho “estão a ser apoiados e em incubação”, salientou. Além de ter alcançado 120 beneficiários diretos, o projeto já conta igualmente 80 beneficiários indiretos, desde que os trabalhos começaram, há cerca de um ano. Foram também “sinalizadas mais 204 pessoas e 56 são participantes que não avançaram” para a criação de negócios ou integração no mercado de trabalho. Em setembro de 2017, na assinatura dos acordos de cooperação e parceria entre a ADSCCL e as demais entidades envolvidas, a coordenadora do Microninho disse esperar que “mais de 140 pessoas” pudessem regressar ao mercado de trabalho até 2020. O projeto visa “combater o desemprego e a exclusão social” nos municípios envolvidos e deverá contemplar 240 beneficiários diretos e suas famílias. Entretanto, 38 das 69 pessoas que são candidatas à procura de trabalho já estão empregadas, segundo Liliana Simões. Ao todo, neste primeiro ano de execução do projeto, foram “desenvolvidos 106 planos de autonomização” dos candidatos, que aderem com as famílias à iniciativa de inovação social. O Microninho resultou de uma parceria da ADSCCL com os quatro municípios (que assumem 30% do investimento social do projeto), a Universidade de Coimbra, a Portugal Inovação Social (PIS) e a Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça (Dueceira), com sede na Lousã. As autarquias são “investidores sociais” da incubadora, tendo financiado o projeto com 31 mil euros cada, sendo a restante verba atribuída ao abrigo de uma candidatura ao Fundo Social Europeu (FSE), através da PIS. Com uma equipa de cinco profissionais, o Microninho é uma incubadora que presta um serviço gratuito na área da “inovação social para o desenvolvimento local sustentável”. Além de apostar na promoção da empregabilidade e da inclusão social, o projeto visa “estimular o desenvolvimento local, criando impacto positivo nas regiões onde atua, podendo incubar projetos fisicamente ou à distância”, de acordo com a ADSCCL. A ideia da criação do Microninho, que numa primeira fase interveio apenas no concelho da Lousã, nasceu em 2011, no âmbito do mestrado em Intervenção Social e Empreendedorismo que a socióloga Liliana Simões concluiu na Universidade de Coimbra.


Publicada a 16 de setembro de 2018 às 16:17h
O Executivo Municipal da Lousã aprovou, na reunião que teve lugar na passada segunda feira, por unanimidade, a atribuição de 20 mil euros à ARCIL para apoio às estruturas de ensino diferenciado e estruturado do Agrupamento de Escolas da Lousã. Este apoio insere-se nas políticas e praticas de inclusão em que a Autarquia se tem empenhado em estreita articulação com as entidades diretamente envolvidas, com vista à promoção da cidadania e da qualidade de vida dos alunos carenciados de estruturas de ensino diferenciado/estruturado do Agrupamento de Escolas da Lousã. Refira-se que, recentemente, a Autarquia aprovou, também, acordos com o Agrupamento e com IPSS que contemplaram um apoio financeiro da Autarquia no valor de 174 mil euros e abrangem mais de 380 crianças, tendo como objeto a dinamização de Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF) e Centros de Atividades de Tempos Livres (CATL) em diversos estabelecimentos de ensino do Concelho. Estes protocolos e os apoios definidos enquadram-se nas medidas de apoio às famílias que contemplam outras iniciativas como a Ação Social Escolar, tarifas sociais, oferta de livros de fichas e material escolar, transportes escolares, dentro e para fora do concelho, diversos projetos educativos e outros apoios sociais.


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