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Lousã Notícias 152 Notícias publicadas
       
Publicada a 01 de setembro de 2019 às 19:23h
A Câmara da Lousã vai investir 400 mil euros num projeto de modernização do complexo turístico da Senhora da Piedade, que inclui a construção de uma rede de passadiços, informou hoje a autarquia. O conjunto de passadiços de madeira, com 1.200 metros de extensão, abrange uma ligação do lugar do Cabo do Soito àquela área turística, em plena Serra da Lousã, e um acesso pedonal entre o castelo medieval, monumento nacional recentemente requalificado, e as piscinas naturais da ribeira de São João. O auto de consignação da empreitada foi assinado na segunda-feira, no edifício dos Paços do Concelho da Lousã, no distrito de Coimbra. Há dois anos, em comunicado, a autarquia presidida por Luís Antunes anunciou que o Turismo de Portugal tinha aprovado uma candidatura ao programa Valorizar, através das linhas de apoio à Valorização e Qualificação do Destino e apoio à Valorização Turística do Interior, para requalificar e melhorar os acessos da piscina fluvial da Senhora da Piedade. “A estratégia global da candidatura – e do projeto apresentado – assentou em três pilares essenciais, nomeadamente a melhoria da acessibilidade e das infraestruturas existentes, procurando aumentar a segurança dos visitantes, desde o perímetro urbano da vila até à piscina e sua envolvente, através da construção de passadiços em madeira”, referia a Câmara. O projeto tem “em conta a reabilitação do património edificado, adaptando-o aos novos usos, melhorando a oferta e a estética dos edifícios e criando uma harmonia” entre estes, segundo a nota divulgada em 12 de setembro de 2017. A requalificação e conservação do património natural do sítio, “nomeadamente o combate às espécies invasoras, substituindo-as por espécies autóctones”, é outro dos objetivos. A empresa Carmo Estruturas de Madeiras tem um prazo de 120 dias para executar a empreitada.


Publicada a 01 de setembro de 2019 às 19:21h
A Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL) pôs à venda um conjunto de 117 propriedades na Serra da Lousã pelo preço base de 300 mil euros, revelou hoje o presidente da instituição. Em declarações à agência Lusa, Nelson Pina Tiago disse que dos 117 artigos registados em nome da ARCIL, nos lugares Silveira de Baixo, Silveira de Cima e Salgueiro, “a maioria são rústicos”, mas existem também terrenos com pequenas construções ou mesmo antigas casas, no concelho da Lousã, distrito de Coimbra. Destas, apenas uma, no Salgueiro, foi habitada nos últimos anos, enquanto as restantes estão em ruínas há várias décadas, devido aos incêndios, intempérie e vandalismo, após o êxodo da totalidade dos moradores, que ao longo do século XX emigraram, sobretudo para o Brasil e os Estados Unidos da América, ou se fixaram em Lisboa e no vale da Lousã. A alienação será efetuada “no estado em que se encontram” os imóveis, de acordo com um edital que a ARCIL publicou nos últimos dias, em três jornais da região – Diário de Coimbra, Diário As Beiras e Trevim – e no semanário Expresso. “O critério de adjudicação é o da proposta com o valor mais elevado, desde que o mesmo seja superior ao preço base, tendo ficado estabelecido que o critério de desempate para propostas com valores iguais é a data de entrega de cada uma das propostas na sede da ARCIL, sendo dada prioridade àquela que for recebida em primeiro lugar”, informa a associação. “No caso de haver propostas com valores iguais e nas mesmas circunstâncias temporais, será feito um sorteio”, acrescenta. O presidente da instituição disse à Lusa que esta “não tem capacidade para investir no local”, como foi planeado, desde os anos 90 do século XX, tendo os dirigentes dessa época chegado a criar o projeto turístico “ARCIL Serra” com tal objetivo. “Estamos a preparar a intervenção direta no coração da nossa atividade”, em diferentes áreas de apoio aos cidadãos inadaptados da Lousã e alguns concelhos vizinhos, esclareceu Nelson Tiago, ao admitir que a eventual venda dos imóveis venha atenuar o esforço financeiro na construção de duas novas residências. A instituição particular de solidariedade social (IPSS), constituída após o 25 de Abril de 1974, tem atualmente um orçamento anual na ordem dos cinco milhões de euros e apoia 1.500 utentes, contando com 250 trabalhadores nos seus quadros, a que se juntam prestadores de serviços em diferentes áreas. “Os utentes foram envelhecendo e temos ainda outros a viver com familiares que também envelheceram. Temos necessidade de espaços com melhores condições”, que tenham capacidade para acolher “mais de 60 residentes”, explicou o dirigente. A ARCIL decidiu vender “um ativo parado” há mais de 30 anos, numa zona da Serra da Lousã onde se situam cinco lugares agropastoris do concelho integrados na rede turística Aldeias do Xisto: Cerdeira, Candal, Talasnal, Chiqueiro e Casal Novo. A venda foi autorizada pela assembleia geral da instituição e “fica sempre sujeita à prévia aprovação pelo mesmo órgão”, segundo o edital. Em 2012, uma lista de projetos privados divulgada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, no âmbito do plano de ação do Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos (PROVERE) para o conjunto das Aldeias do Xisto, incluía um empreendimento designado “Recuperação aldeias serranas Silveira de Cima e Silveira de Baixo e posterior rentabilização na área do turismo de montanha”. Tratava-se de uma iniciativa da ARCIL com um investimento elegível de um milhão de euros, apoiado por fundos europeus, que não chegou a ser concretizado.


Publicada a 26 de maio de 2019 às 17:09h
A Câmara Municipal da Lousã vai organizar, no dia 8 de junho (sábado), entre as 18h e as 21h, no auditório do Museu Prof. Álvaro Viana de Lemos, uma ação de formação intitulada “Ética e valores no desporto no contexto do treinador”. A referida formação será promovida em parceria com o Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED) e o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e destina-se a Professores de Educação Física, Técnicos de Desporto, Treinadores, Monitores, Dirigentes Desportivos e demais interessados. Esta ação tem como objetivos promover uma reflexão sobre a ética desportiva e a importância pedagógica dos valores no desporto e, também, fornecer ferramentas pedagógicas ao treinador para operacionalizar a didática dos valores e da ética em ambiente de treino. De destacar que os treinadores que participarem terão a formação acreditada para a sua formação contínua no âmbito da renovação dos Títulos Profissionais de Treinador de Desporto e Técnico de Exercício Físico. A formação será ministrada por José Carlos Novais Lima, Professor Universitário, Mestre em Ciências da Educação e Coordenador do Plano Nacional de Ética no Desporto desde o ano 2012. As inscrições são gratuitas podendo ser realizadas até ao dia 7 de junho (sexta-feira) no Sector de Desporto e Tempos Livres da Câmara Municipal da Lousã e/ou através do email sector.desporto@cm-lousa.pt ou telefone (239 993 372).


Publicada a 01 de maio de 2019 às 18:02h
A Lousã inaugurou no passado dia 27 de abril, as obras de qualificação e acessibilização do Castelo da Lousã, no Complexo Turístico da Nossa Senhora da Piedade. O presidente da Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, a diretora Regional de Cultura do Centro, Suzana Menezes, o presidente interino da Comunidade Intermunicipal da Região Coimbra, José Carlos Alexandrino, e Jorge Brandão, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro estiveram presentes neste momento. O município da Lousã investiu mais de 350 mil euros na requalificação e acessibilização do castelo medieval. “É um investimento acrescido na oferta turística do concelho”, disse o presidente da Câmara Municipal, Luís Antunes, indicando que “toda a intervenção foi validada” pela Direção Regional de Cultura do Centro. O autarca socialista informou que o projeto implicou um investimento global de 354 mil euros, montante que inclui uma comparticipação da União Europeia de 213 mil euros. Construído no século XI e classificado em 1910 como monumento nacional, o castelo está situado junto às ermidas e piscina fluvial da Senhora da Piedade, em plena Serra da Lousã, distrito de Coimbra. A intervenção visou sobretudo “a criação de condições de acessibilidade direta” dos visitantes à torre de menagem e de circulação no interior da muralha, indicou Luís Antunes. As obras incluíram a construção de um miradouro e de um posto de acolhimento e informação de turistas, com instalações sanitárias, nas proximidades do também designado Castelo de Arouce, além de iluminação decorativa. “Estas obras são uma beneficiação muito significativa do monumento”, sublinhou o presidente da Câmara. Fonte: Notícias de Coimbra


Publicada a 07 de abril de 2019 às 20:30h
Faleceu no passado dia 4 de abril António Lopes, ex-funcionário da Autarquia, integrou o Corpo de Bombeiros da Lousã em 1948. O seu percurso foi, também, o do amor ao próximo, o da vontade de servir. É um exemplo de dedicação e de longevidade para todos os Bombeiros, com um espírito que manteve inalterado ao longo de décadas, que o fez manter-se sempre ligado à Corporação. A sua dedicação, esforço e empenho culminou na atribuição da mais alta condecoração dos Bombeiros portugueses e que foi o Crachá de Ouro, em 1 de maio de 1999. Sendo um Bombeiro de reconhecidas qualidades pessoais e profissionais, por diversas ocasiões foi chamado a exercer o cargo de Comandante Interino. Pelo seu percurso, pela admiração que a comunidade sempre manifestou pelo Bombeiro António Lopes, a 24 de junho de 2001, recebeu a Medalha de Mérito Concelhio atribuída pela Câmara Municipal da Lousã. Foi a sepultar no cemitério da Lousã, no dia 5 de abril.


Publicada a 18 de março de 2019 às 13:24h
O Município da Lousã e a Prefeitura de Santos assinaram no passado dia 15 de março, na Prefeitura de Santos, um acordo de geminação, numa cerimónia marcada pela emoção e pela saudade, tão característica dos Portugueses. Perante um Salão Nobre repleto de individualidades e portugueses radicados naquela cidade do Brasil, o Presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes e o Prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, formalizaram este acordo que tem como objetivo conferir uma expressão política e Institucional a uma relação que já vem de longe, pois desde a 2.ª metade do século XIX que centenas de Lousanenses foram para Santos em busca de um futuro melhor. Na sua intervenção, Luís Antunes, assumiu que “Com este acordo pretendemos reforçar os laços entre as duas comunidades e criar as condições para que se possa intensificar uma relação que se pretende cada vez mais ampla e frutuosa. O Autarca referiu, também, que com esta geminação, “se pretende igualmente que os Lousanenses e os seus descendentes reforcem ou criem mais ligação com o Concelho da Lousã”. Esta ação tem um programa bastante diversificado, que inclui o contacto com diversas empresas, instituições, associações e um almoço com a comunidade portuguesa, tendo Armando Lopes e Alexandre Antunes, Lousanenses residentes em Santos, tido um papel fundamental na sua organização. A comitiva oficial, constituída, para além do Presidente da Câmara, Luís Antunes, pelo Presidente da Assembleia Municipal, Carlos Seco, e pelo Vereador Orlando Ferreira, será recebida pelo Cônsul Geral de Portugal em São Paulo, Paulo Nascimento, na próxima segunda feira. Já na terça feira, dia 19, a comitiva deslocar-se-á para Espírito Santo do Pinhal - no mesmo Estado onde o benemérito Comendador Montenegro, nascido na Lousã, com mais 29 homens e mulheres deste concelho, fundou, em 1867, a colónia Nova Louzã - onde será recebida pelo Prefeito Sérgio Bianchi, sendo também formalizado um acordo de parceria e estabelecido contacto com a população, estando prevista a visita ao Estado de Nova Lousã e a diversas obras e equipamentos que tiveram o “cunho” do Comendador Montenegro.


Publicada a 10 de março de 2019 às 20:51h
Uma casa com tiques de nobreza e uma boa dose história, chegou a ser conhecido por Palácio dos Salazares e, mais tarde, por Palácio da Viscondessa do Espinhal. Desde 2005 é o Palácio da Lousã Boutique Hotel, mas nunca perdeu a essência de casa brasonada. Um refúgio repleto de charme no centro da vila. Conta-se que o Duque de Wellington, comandante das tropas anglo-lusas, dormiu por ali em Março de 1811. Era uma casa habituada a receber vários notáveis. Sobreviveu à passagem do tempo (desde o século XVIII), atravessou várias gerações e chega até aos dias de hoje sem perder o título (e as condições) de palácio. Um hotel onde cada hóspede é recebido como um nobre, sendo constantemente desafiado a recuar no tempo, até à época de origem daquele imóvel histórico. Sempre com uma boa dose de charme e tendo como inspiração a paisagem da serra da Lousã. Outrora conhecido por Palácio dos Salazares e, posteriormente, Palácio da Viscondessa de Espinhal, em 2005 passou a ser Palácio da Lousã Boutique Hotel, depois de obras de adaptação que respeitaram a essência do edifício. E, sem sombra de dúvida, a sua beleza. Aquela que salta à vista logo a partir da rua: o brasão cravado no topo, as varandas em ferro forjado e o grande portão de madeira são apenas alguns dos pormenores que se evidenciam ao longo da fachada. No interior, é a partir da escadaria em pedra, bifurcada, que o imóvel começa a acusar tiques de casa de gente nobre. As portas são em madeira trabalhada, os tectos também, e numa ou outra parede há fotos antigas que nos forçam a recuar no tempo. Prenúncio de uma viagem que ainda está no início, pois em praticamente todas as divisões ou recantos do Palácio da Lousã Boutique Hotel encontramos um pedaço de história. A única excepção são os quartos da ala nova (23 habitações) do imóvel, que apresentam uma decoração mais contemporânea. Cortesia da gerência da unidade hoteleira de quatro estrelas: a Fugas ficou alojada num quarto duplo superior, na ala do palácio, com vista directa para os jardins e para a piscina (fica o desejo de voltar, em dias de temperaturas mais dadas a banhos e a estadias mais prolongadas naqueles espaços verdes). A cama de dossel acaba por sobressair entre as várias peças de mobiliário de época que decoram o quarto de dimensões generosas e com uma boa dose de conforto. Memórias dos nobres que ali viveram A evocação da história do palácio está também bem presente nas quatro salas de estar do hotel, situadas no primeiro piso do imóvel – ainda que possam funcionar como uma espécie de grande salão, cada uma delas é uma divisão independente. Seja na Sala do Brasão, Sala do Piano, Sala João Antunes ou na Sala do Oratório, em cada uma delas o hóspede é convidado a relaxar, a ler um livro ou a conversar, embalado pelos elementos decorativos que ajudam a contar a história do imóvel e da família nobre que o foi habitando. Desde Bernardo Salazar Sarmento D’Eça e Alarcão, seu fundador, e passando, claro está, pela Viscondessa do Espinhal, que, além de ter dado nome ao palácio é hoje especialmente recordada no restaurante do hotel (Restaurante A Viscondessa). Sem sombra de dúvida, uma das divisões mais bonitas de todo o edifício. Os frescos nas paredes, o mobiliário clássico e o requinte da decoração da sala, irão, definitivamente, seduzi-lo. Ao lado do restaurante, encontrará o bar (aberto diariamente entre as 10h30 e as 24h) e a sala dos pequenos-almoços. A primeira refeição do dia é servida num espaço envidraçado, aproveitando as vistas deslumbrantes do jardim e da paisagem envolvente. A variedade de produtos é grande, sem esquecer as propostas mais caseiras e artesanais, como as compotas ou o mel da serra da Lousã. Pães, bolos, cereais, iogurtes, ovos, sumos e fruta fazem parte da lista de iguarias apresentadas aos hóspedes logo pela manhã. À descoberta da serra e das Aldeias do Xisto Ainda que esteja localizado bem no centro da vila que, por si só, já tem vários pontos de interesse (Museu Municipal Prof. Álvaro de Lemos, Igreja Matriz, entre outros), o Palácio da Lousã Boutique Hotel pode constituir também um ponto de partida para quem quer descobrir esse destino especialmente recomendado aos amantes de desportos de natureza e de aventura: a serra da Lousã. Há propostas para todos: desde os passeios pedestres, passando pelo BTT, parapente ou rapel. Na recepção do hotel encontrará a lista dos vários programas disponíveis, bastando-lhe apenas escolher. Às opções de actividades físicas, juntam-se os programas de massagens e de bem-estar, oferecidos por empresas parceiras da unidade hoteleira. Para os que preferem os passeios livres, sem rigidez de horários e de roteiros, a descoberta das Aldeias do Xisto apresenta-se como uma óptima opção. Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Cerdeira e Candal são as aldeias de visita obrigatória para quem parte à descoberta da Lousã – a rede de Aldeias do Xisto integra 16 concelhos e um total de 27 aldeias. Visite cada uma delas, cumprimente as suas gentes e conheça as suas tradições e produtos gastronómicos. Se encontrar uma Loja Aldeias do Xisto, aproveite para entrar e ficar a conhecer produtos gourmet e artesanato tradicional e contemporâneo, enquanto saboreia um chá. Com a certeza de que este é um daqueles destinos onde é permitido ceder ao pecado da gula. No território das Aldeias do Xisto existem mais de 600 quilómetros de percursos pedestres devidamente homologados.


Publicada a 10 de março de 2019 às 20:34h
A Câmara Municipal da Lousã encontra-se a rececionar candidaturas para a adesão ao serviço de teleassistência – Projeto 10 000 vidas – definindo, como prioridade, as pessoas idosas ou cidadãos incapacitados, residentes no concelho da Lousã, em isolamento geográfico ou com fraca rede familiar e de vizinhança ou ainda que apresentem uma situação de vulnerabilidade familiar. O Projeto 10 000 vidas foi criado no âmbito de um protocolo com a Associação Nacional de Cuidados de Saúde e funciona na Lousã desde 2015, contando já com algumas dezenas de utilizadores. Trata-se de um serviço de apoio inovador e com comprovada fiabilidade, pensado para melhorar a qualidade de vida, saúde, segurança dos seus utilizadores, através de contactos regulares com as entidades parceiras e possibilidade dos utilizadores fazerem ou receberem contactos telefónicos através de telemóveis especialmente concebidos para o efeito. Estes dispositivos móveis de teleassistência e de telessaúde abrangem um conjunto de serviços/ respostas em situações de urgência/emergência, permitindo também a monitorização de indicadores de saúde (medicação, tensão arterial e consultas) bem como a garantia de uma maior segurança (localização GPS) e maior acompanhamento por parte das instituições. Com a abertura deste período de candidaturas, a Autarquia pretende alargar o seu raio de ação cobrindo eventuais casos que possam não estar devidamente sinalizados pela rede social. A candidatura deve ser feita no Setor de Desenvolvimento Social e Saúde da Câmara Municipal da Lousã (Junto aos CTT) ou pelo telefone 239990375.


Publicada a 07 de dezembro de 2018 às 8:48h
Foram ontem hasteadas no edifício dos Paços do Concelho as bandeiras referentes às distinções obtidas pela Câmara Municipal da Lousã, nomeadamente “ECO XXI”, “Autarquia + Familiarmente Responsável” e “Município Amigo do Desporto”. No que diz respeito ao galardão “ECO XXI”, o Município da Lousã foi distinguido como o 2.º município mais sustentável do País. Pelo 7.º ano consecutivo, a Lousã, foi, também, distinguida com o galardão “Autarquia + Familiarmente Responsável”. Já pelo 2.º ano consecutivo, a Lousã foi distinguida como “Município Amigo do Desporto”, galardão atribuído pela plataforma Cidade Social. Estes galardões refletem a qualidade do trabalho em rede promovido no Município e representam, segundo o Presidente da Câmara Municipal, Luís Antunes “um estímulo e um desafio para continuarmos a desenvolver estratégias e projetos que contribuam para um concelho com – cada vez mais – qualidade de vida.


Publicada a 02 de dezembro de 2018 às 18:16h
Metrobus servirá o antigo ramal ferroviário da Lousã e a cidade de Coimbra. Daqui a dois anos será desactivado o canal ferroviário entre as estações de Coimbra-A e Coimbra B. A solução tecnológica de autocarros eléctricos designada "Metrobus do Sistema de Mobilidade do Mondego", que irá servir o antigo ramal ferroviário da Lousã e a cidade de Coimbra, estará concluída em 2021, anunciou a Infra-estruturas de Portugal (IP). "O projecto do Metrobus do Sistema de Mobilidade do Mondego entrará em serviço no final de 2021", disse fonte oficial da IP, numa resposta escrita enviada à agência Lusa. A mesma fonte adiantou que o projecto do Metrobus "mantém as mesmas características de traçado do previsto no metropolitano de superfície, pressupondo a desactivação do canal ferroviário entre [as estações] de Coimbra-A e Coimbra B e garantindo a ligação directa das várias centralidades da cidade à Linha do Norte". De acordo com a Infra-estruturas de Portugal, a desactivação daquele ramal ferroviário de ligação entre a linha do Norte e a estação localizada na baixa da cidade está "prevista para o último trimestre de 2020" (daqui por dois anos, um ano antes da entrada ao serviço do sistema Metrobus) e será feita "em articulação com a CP e com a Câmara Municipal de Coimbra". "Até lá, a estação de Coimbra-A e a sua ligação a Coimbra-B continuarão a funcionar como habitualmente", adiantou a IP. Já este ano, no dia 2 de Julho, em Penacova, distrito de Coimbra, na presença do primeiro-ministro, António Costa, o ministro do Planeamento e Infra-estruturas, Pedro Marques, informou que o primeiro concurso público do denominado Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), no Ramal da Lousã e em Coimbra, será lançado no início de 2019. O processo do Sistema de Mobilidade do Mondego arrasta-se há mais de duas décadas, com a criação da Metro Mondego, uma sociedade liderada pelo Estado e integrada também pelos municípios de Coimbra, Lousã e de Miranda do Corvo e pela Infra-estruturas de Portugal (que substituiu a REFER na composição accionista da empresa de capitais exclusivamente públicos). O projecto de metro ligeiro para o Ramal da Lousã (ferrovia que servia os municípios de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, que foi desactivada em 2010 e cujos carris foram removidos), foi anunciado em 1994, mas, entretanto, abandonado, tendo o actual Governo decidido avançar com o sistema de metrobus.


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