Vieira da Silva quer reforço dos fundos europeus para a Economia Social
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, defendeu que os fundos europeus do pós-2020 devem incluir um reforço do apoio para o setor e para as instituições da Economia Social. "Espero que a Economia social veja reconhecido o seu papel e espero que um dia, não muito longínquo, a própria União Europeia venha a ter um programa próprio de apoio à Economia Social, ainda que ela seja entendida de forma distinta nos vários países", afirmou. Vieira da Silva falava em Castelo Branco, onde participou na sessão de encerramento de um congresso inserido na terceira edição da Feira de Economia Social IN. Durante a sessão, o governante lembrou a importância do evento e da oportunidade por este estar a decorrer numa fase em que se inicia a discussão relativa à distribuição dos fundos estruturais para o próximo quadro comunitário de apoio. Depois de salientar que este setor representa entre 05 a 06% do emprego assalariado do país, Vieira da Silva mostrou-se confiante de que na negociação do pós-2020 haverá "espaço de inserção" para a área da Economia Social. De resto, segundo defendeu, tal também contribuirá para dar resposta a desafios futuros como o do apoio aos idosos, promoção do envelhecimento ativo e combate ao isolamento, entre outras áreas em que a Economia Social já tem e continuará a ter um papel fundamental. No final da sessão, quando questionado pela agência Lusa sobre o reforço financeiro que gostaria de ver contemplado, Vieira da Silva especificou que o que está em causa não se restringe a um aumento de verbas, abarcando também uma "maior possibilidade de a Economia Social poder estar mais presente noutros programas que não se lhe são diretamente dirigidos". Nesse ponto, deu o exemplo da generalidade das ações para a criação de emprego ou daquelas que visam a modernização da economia e da sociedade portuguesa. "É muito importante que não haja discriminações pela natureza das instituições, e as discriminações podem ser simplesmente o facto de, por vezes, a carga burocrática ser de tal maneira pesada que dificulta as instituições mais pequenas em aceder a esses instrumentos", acrescentou.
29-04-2018
Ler maisConcurso Público – Erros e omissões e prorrogação de prazo
No âmbito do concurso público para a construção do novo Centro Social - Processo nº CP/1/2018, Anúncio de procedimento nº 1565/2018 – DR nº 54 de 16/03/2018, o Júri do Concurso apresentou à Direção dois pareceres a fim de serem apreciados, discutidos e decididos, a saber:
24-04-2018
Ler maisConcurso Público – Novo Centro Social de Vilarinho
Possuir um espaço próprio, novo, moderno e funcional foi sempre um sonho da Associação.
30-03-2018
Ler maisConsignação do IRS, como ser solidário com a ADIC
Destine 0,5% dos seus impostos liquidados e o reembolso do IVA suportado à ADIC e ajude assim a Instituição. Preencha o campo 1101 do Modelo 3 (rosto) com o NIF: 504 000 349.
30-03-2018
Ler maisAtividade do Jardim de Infância
"A melodia perdida" Na semana da floresta, a Oficina de Segurança da Lousã juntamente com a companhia Marimbondo vieram até ao nosso Jardim de Infância deliciar-nos com uma peça de fantoches.
29-03-2018
Ler maisProjeto AGA@4Life
Decorreu a segunda fase (Avaliação física e auditiva) do Projeto AGA@4Life que tem como promotor o Instituto Politécnico de Coimbra. Mais uns dias de interação entre utentes das valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário com a vantagem da promoção da saúde gereátrica.
29-03-2018
Ler maisAssembleia geral | março 2018
2017 um ano repleto de trabalho Solidário, 2018 as obras para conclusão do Novo Centro Social serão uma realidade. Teve lugar no passado dia 23 de março a assembleia geral ordinária da ADIC que contou com a presença de 32 associados.
29-03-2018
Ler maisHomicídio por disputa de águas na Serra da Lousã inspirou filme e música popular
Uma disputa de águas de rega esteve há 40 anos na origem de um homicídio, na Serra da Lousã, que inspirou uma canção de sabor popular e um filme do realizador João Mário Grilo. Era um dia do verão de 1978, estava um calor intenso na Cerdeira, concelho da Lousã, e o velho Constantino Lopes, solteiro, andava incomodado pelo facto de as águas de uso comunitário faltarem na hora que lhe cabia por direito ancestral. Nessa altura, na sequência de um longo processo de desertificação, que se acentuou após a II Guerra Mundial, apenas três pessoas moravam naquele lugar agropastoril: o próprio Constantino e duas vizinhas, com as quais mantinha uma coabitação difícil. Um dia, quando mais uma vez a água não desceu pelo regato para irrigar a sua terra, o homem (que também zelava pelas propriedades de serranos ausentes em Lisboa e além-mar, sobretudo no Brasil e nos Estados Unidos) viu-se envolvido numa altercação que acabou da pior maneira. Transtornado com o repetido roubo de água e com as ofensas verbais do momento, Constantino perdeu a cabeça e, com um sacho, desferiu um golpe fatal na vizinha de quem há muito se queixava. Sem antecedentes criminais, Constantino “era um homem bem formado”, disse à agência Lusa o advogado Amílcar Sandinha, que há 40 anos o defendeu em julgamento. “A coexistência com as vizinhas não era pacífica. As pessoas estavam noutro mundo e viviam de costas voltadas”, recordou. Nessa época, “a água era um bem precioso disputadíssimo” nos meios rurais, em Portugal, “mas hoje esses problemas não são tão frequentes”, sublinhou o causídico, que aos 82 anos continua a exercer a profissão. Constantino vestiu o seu melhor fato e desceu a montanha, a pé, para se entregar na GNR. Viúva, a irmã da vítima foi acolhida na Santa Casa da Misericórdia da Lousã, no distrito de Coimbra. Sem habitantes, a Cerdeira morreu igualmente nesse dia fatídico, para renascer mais tarde, com outros residentes, como a escultora alemã Kerstin Thomas, que tem assumido um papel decisivo no novo ciclo de vida da aldeia, agora assente na cultura, no ambientalismo e no turismo. O Tribunal da Lousã condenou Constantino a 14 anos de prisão, mas o camponês foi poucos anos depois devolvido à liberdade, tendo regressado à Cerdeira, onde morou sozinho até à chegada da família germânica, em 1988. O guarda-florestal Augusto Simões dedicou-lhe o poema “Celestino”, sem nunca dizer ao amigo que eram versos em sua homenagem. Com música de Ramiro Simões, a canção passou a integrar o reportório do grupo “Novárvore”, nos anos 80 do século XX. “Ainda hoje, muita gente continua a pedir-me o ‘Celestino’ nos espetáculos e encontros cá na terra”, disse o cantor. Kerstin Thomas depressa ficou amiga do vizinho. “Ele não era um criminoso, era uma excelente pessoa”, declarou à Lusa. A artista contou que “Constantino sofreu muito” com o desfecho da disputa violenta com a vizinha e informou logo os novos moradores que teve “um azar na vida”. “O meu maior fascínio, quando aqui cheguei, foi a água” da ribeira da Cerdeira, em quantidade e qualidade, disse. Kerstin é uma das organizadoras do programa cultural “Elementos à Solta”, que se realiza na aldeia desde 2006. A 13.ª edição da iniciativa, em maio e junho deste ano, é dedicada à água. “É um luxo ter acesso a uma água com esta qualidade”, enfatizou. A par de outros lugares serranos, a Cerdeira integra a rede turística Aldeias do Xisto. Em 1992, João Mário Grilo rodou na Serra da Lousã o filme “O Fim do Mundo”, baseado nos acontecimentos protagonizados por Constantino, em 1978, com o ator José Viana (Augusto Henriques) no principal papel. O montanhês temia “recordar aquilo tudo outra vez”, confirmou Kerstin Thomas. José Viana decidiu não conhecer o homem, como afirmou em entrevista à Lusa durante as gravações, na Serra da Lousã, há 25 anos. Do mesmo modo, Constantino Lopes detestava que lhe falassem do filme: águas passadas não movem moinhos.
29-03-2018
Ler maisSemana do Empreendedorismo da Lousã com balanço muito positivo
Terminou este domingo mais uma edição da Semana do Empreendedorismo da Lousã, um evento que contou com diversas atividades, tendo as mesmas contado com boa adesão. A Semana iniciou-se com o Concurso Municipal de Ideia de Negócios, organizado em parceria com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM_RC), Agrupamento de Escolas da Lousã, Escola Profissional da Lousã e ARCIL. A ideia de negócio vencedora a Pulsar – uma pulseira para pesar que se coloca à volta dos sacos de alimentos e ingredientes, substituindo as convencionais balanças – foi proposta pela Aluna Ema Loureiro Duarte e foi a representante do Concelho no Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio que teve lugar no passado domingo, tendo sido brilhantemente apresentado pela sua proponente. No dia 19 de março, o Museu Prof. Álvaro Viana de Lemos acolheu o II Fórum de Empreendedorismo e Inovação – Desafia-te! Já no dia 20 de março, as atividades desenrolaram-se no Auditório da Biblioteca Municipal, tendo decorrido durante a manhã duas oficinas promovidas pela DECO e pelo Microninho – Incubadora Social / ADSCCL, nomeadamente sobre “O essencial da economia pessoal” e “Missão UPA”. Durante a tarde, as atividades foram dedicadas às empresas e aos empreendedores, tendo sido promovida – em parceria com a AESL – Associação Empresarial Serra da Lousã, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional e Turismo do Centro – uma sessão de esclarecimento sobre o “Incentivo SI2E – Atrair novos investimentos empresariais e emprego para os territórios afetados pelos incêndios e incentivos para o setor do Turismo, tendo a sessão contado com cerca de 40 participantes.
29-03-2018
Ler maisUIPSS de Coimbra - Assembleia-geral
Vai realizar-se, hoje dia 29 de março, pelas 15 horas, nas instalações da Junta de Freguesia de Vilarinho, Rua Sra. das Preces, nº 4 – Vilarinho 3200-407 Lousã a assembleia-geral, da UIPSS de Coimbra, para Apresentação, discussão e votação do Relatório de Actividades e Contas de 2017 e Parecer do Conselho Fiscal.
29-03-2018
Ler maisDocumentos para a Assembleia geral
A Direção da ADIC disponibiliza para consulta a todos os seus associados o documento - Relatório e Contas de 2017 - que irá ser apresentado na próxima Assembleia Geral do dia 23 de março de 2018, a fim de ser discutido, apreciado e votado. O mesmo poderá ser consultado no PDF que abaixo se encontra ou então lido AQUI. A Direção
22-03-2018
Ler maisSanta Casa e instituições de solidariedade social ficam com 2% do Montepio por 50 milhões de euros
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e outras instituições sociais podem vir a pagar cerca 50 milhões de euros para ficar com 2% da Caixa Económica Montepio Geral, num negócio que estará praticamente concluído, avança o jornal Eco. A concretizar-se, os moldes do negócio serão assim muito diferentes dos que foram falados inicialmente no final de 2017 e depois de muitas críticas de diversos quadrantes à entrada da Santa Casa na estrutura acionista de uma instituição financeira e mutualista com dificuldades económicas. Não é conhecido quantas instituições fazem parte do grupo de investidores, mas, de acordo com o Eco, dentro deste conjunto encontram-se, além da Santa Casa de Lisboa, centenas de outras misericórdias e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Tendo em conta o valor de referência noticiado pelo jornal Eco (cerca de 50 milhões de euros), o negócio poderá ser concretizado de acordo com a avaliação que a Associação Mutualista liderada por Tomás Correia fez do seu próprio banco: cerca de 2 mil milhões de euros. Isto depois de um conjunto de peritos ter atribuído ao Montepio Geral um valor de mercado a rondar os 1.300 mil milhões de euros. Quando a hipótese da Santa Casa Misericórdia de Lisboa entrar no capital do Montepio saltou para a praça pública, falava-se que a Santa Casa poderia pagar cerca de 200 milhões de euros por uma participação máxima de 10% no capital da Caixa Económica Montepio Geral. Numa segunda fase, e perante as críticas que o negócio suscitou na Opinião Pública, foi avançado um segundo valor: cerca de 160 milhões de euros por 6%.
13-03-2018
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