O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social inaugurou, ontem à tarde, o Centro Aníbal Araújo, valência social da Associação de Pais e Amigos das Crianças Inadaptadas (APACI), em Tamel S.Veríssimo, tendo considerado que, nas instituições particulares de solidariedade social, se encontra o “heroísmo da resiliência”.
28-06-2015
O ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social inaugurou, ontem à tarde, o Centro Aníbal Araújo, valência social da Associação de Pais e Amigos das Crianças Inadaptadas (APACI), em Tamel S.Veríssimo, tendo considerado que, nas instituições particulares de solidariedade social, se encontra o “heroísmo da resiliência”.
Mota Soares elogiou o “heroísmo silencioso e anónimo” dos dirigentes e trabalhadores das IPSS, afirmando que foram estas que garantiram a “coesão social” no período recente de crise económica e social. “Se há um mérito na manutenção dessa coesão social ele está nas IPSS”, reforçou o governante, depois de descerrar a placa comemorativa da inauguração do Centro Aníbal Araújo, instalações que acolhem um lar residencial e um centro de actividades ocupacionais para pessoas com necessidades especiais.
Mota Soares repetiu a ideia de que o financiamento de equipamentos de apoio à deficiência foi “grande prioridade&r dquo; definida pelo seu Ministério, opção que se concretizou no aumento da comparticipação de novas respostas dos 75 para os 100 %.
No Centro Aníbal Araújo a APACI investiu 1 milhão e 890 mil euros, revelou ontem a presidente da instituição, Maria Eduarda Rego.
A dirigente da IPSS que dá apoio a mais de 400 crianças e jovens portadores de deficiência lembrou que a instituição suportou cerca de 700 mil euros com a construção do Centro ontem formalmente inaugurado.
Essa factura tem vindo a ser liquidada com “amigos” da APACI, empresas e particulares cujos nomes serão perpetuados no ‘Mural dos Amigos” que recentemente será inaugurado no Centro localizado na freguesia de S. Veríssimo.
O envelhecimento das pessoas com deficiência é, para a presidente da APACI, o grande desafio que se coloca à instituição, alertando Maria Eduarda Rego que é urgente “encontrar respostas não tipificadas”, nomeadamente para a inserção profissiona destas pessoas.
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