O Governo vai garantir, até 17 de Março, a abertura de 200 novos equipamentos sociais, que acolherão 4.300 utentes, e que sem a comparticipação do Estado não poderiam funcionar, anunciou hoje o ministro da Solidariedade e Segurança Social. "Iremos abrir todos os equipamentos do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH), cujas obras já estiverem concluídas, e vamos celebrar acordos de cooperação para o seu financiamento", frisou no encerramento do I Encontro Nacional de Instituições de Solidariedade, no Porto. O governante referiu que a comparticipação às instituições da área social é uma resposta à "herança" do anterior executivo socialista. Segundo Pedro Mota Soares, se as instituições não conseguissem a comparticipação do Estado, não teriam como abrir portas e, estando em fase de conclusão, poderiam ser forçadas a devolver as verbas a Bruxelas. Este ano, o Governo PSD/CDS-PP já comparticipou mais de 8.500 vagas, disse. O governante lembrou que o sentido de Estado das instituições sociais permitiu a Portugal "dobrar o cabo das tormentas sem dobrar mais tormentas". "Passados quatro anos, as instituições sociais foram um pilar essencial para garantir a paz social e para trabalhar pela inclusão dos mais desfavorecidos", frisou. No final, Pedro Mota Soares não prestou declarações aos jornalistas por, segundo a organização, ter sofrido uma indisposição.
09-03-2015
O Governo vai garantir, até 17 de Março, a abertura de 200 novos equipamentos sociais, que acolherão 4.300 utentes, e que sem a comparticipação do Estado não poderiam funcionar, anunciou hoje o ministro da Solidariedade e Segurança Social. "Iremos abrir todos os equipamentos do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH), cujas obras já estiverem concluídas, e vamos celebrar acordos de cooperação para o seu financiamento", frisou no encerramento do I Encontro Nacional de Instituições de Solidariedade, no Porto. O governante referiu que a comparticipação às instituições da área social é uma resposta à "herança" do anterior executivo socialista. Segundo Pedro Mota Soares, se as instituições não conseguissem a comparticipação do Estado, não teriam como abrir portas e, estando em fase de conclusão, poderiam ser forçadas a devolver as verbas a Bruxelas. Este ano, o Governo PSD/CDS-PP já comparticipou mais de 8.500 vagas, disse. O governante lembrou que o sentido de Estado das instituições sociais permitiu a Portugal "dobrar o cabo das tormentas sem dobrar mais tormentas". "Passados quatro anos, as instituições sociais foram um pilar essencial para garantir a paz social e para trabalhar pela inclusão dos mais desfavorecidos", frisou. No final, Pedro Mota Soares não prestou declarações aos jornalistas por, segundo a organização, ter sofrido uma indisposição.
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