Centro de Dia

Resposta social, desenvolvida em equipamento, que consiste na prestação de serviços que contribuem para a manutenção dos indivíduos idosos no seu meio familiar e social.

Apoio Domiciliário

Cuidados individualizados e personalizados, no domicílio, a utentes que, por motivo de doença, deficiência ou outro impedimento, não possam assegurar atividades do dia-a-dia.

Jardim de Infância

Serviços que permitem o desenvolvimento equilibrado das crianças desde os 3 anos até ao ingresso no ensino básico, sendo complementar da ação educativa da família.

Cantinas Sociais

Resposta social, desenvolvida em equipamento, para o fornecimento de refeições, em especial a indivíduos economicamente desfavorecidos, podendo integrar outras atividades.


ADIC Destaque

12/09/2017 - 13:23h
Em reunião ordinária da Direção realizada no passado dia 5/9/2017, foi decidido dar inicio ao lançamento do concurso das obras a celebrar no âmbito do Concurso Público para a execução da empreitada do Centro Social de Vilarinho.

Foram apresentados, o Projecto e as minutas das peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos da obra do Centro Social de Vilarinho, com o preço base de 950.000,00 € (novecentos e cinquenta mil euros).

Foi deliberado, por unanimidade, aprovar todos os documentos do Projecto, e as peças do procedimento, Programa do Concurso e Caderno de Encargos e abrir concurso público conforme o Código de Contratos Público, pelo valor do procedimento em causa e de forma a promover a concorrência.

Na mesma reunião foi ainda nomeado e aprovado um júri para o procedimento. 

ADIC Notícias

31/08/2017 - 16:07h
29/06/2017 - 17:41h
Vai ter início no próximo dia 1 de setembro mais um ano letivo na resposta social de Jardim de Infância. Iniciamos mais um ano letivo verificando que, de ano para ano, muitas Famílias continuam a confiar no nosso trabalho que, cada vez mais consolidado, tem contribuído para o crescimento alicerçado da Instituição. Continuamos a apostar num ensino de qualidade, motivador de novas aprendizagens e de muitas descobertas, sempre promovendo um ambiente acolhedor que, acreditamos, é essencial para uma formação sólida de cada uma das nossas cianças/utentes. Comprometemo-nos a continuar a acompanhar de perto cada Utente, numa relação individual, num compromisso de um para um, incentivando cada Criança, cada Jovem a descobrir-se, a descobrir o mundo e a reinventar novos caminhos. As atividades multiplicar-se-ão dentro de diversos contextos, que conduzirão a um desenvolvimento da capacidade de ver, de questionar, de interpretar e de criar, porque o nosso Jardim de Infância os objetivos não se esgotam no ensinar tudo o que há para aprender. Mais do que simples transmissores de conhecimentos, queremos que as nossas crianças cheguem mais longe e assumimo-nos como participantes responsáveis na construção do próprio conhecimento. Queremos ser intervenientes diretos num mundo mais inovador, colaboradores na criação de gerações mais competentes, mais criativas, também mais solidárias e mais felizes. Sabemos que vai ser um ano de muitos desafios, mas acreditamos que será também mais uma fase cheia de conquistas e que, entre o rigor, o trabalho e a capacidade de entrega e de dedicação que a aprendizagem sempre implica, se vão multiplicar os sorrisos e fortalecer laços que nunca se esquecem, sendo certo que, assim, poderemos construir um futuro diferente e que faça realmente a diferença. A Direção
Faleceu Abel Pedro de Carvalho. É com imenso pesar que a ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã comunica o falecimento de Abel Pedro de Carvalho, 71 anos, vítima de doença prolongada. Abel Pedro de Carvalho foi um dos fundadores da ADIC, decorria o ano de 1997 e durante 20 anos exerceu vários cargos nos órgãos sociais da Instituição, designadamente o de vice-presidente da Direção. Presentemente, era o associado nº 2 e secretário da Direção, cargo que exercia há cerca de 7 anos. A sua vida foi repleta de intervenção e participação cívica e associativa em várias organizações, associações, coletividades e muito principalmente em prol de causas sociais. Foi ainda autarca na Câmara Municipal da Lousã e Junta de Freguesia de Vilarinho. Homem de diálogo fácil, participativo e responsável, que pautava as suas intervenções sempre de uma forma muito lúcida, séria e leal ... Homem respeitador e respeitado por todos, com opinião frontal, mas sempre de uma forma apaziguadora e de busca de consensos reais sérios e duradouros. A Lousã perdeu um Homem interventivo e tremendamente construtivo nas suas opiniões, ações e atitudes. A Direção da ADIC expressa os seus mais sentidos pêsames à sua esposa Teresa, às suas filhas, Sandra e Tânia, restante família e amigos em geral. Obrigado Abel!Deixaste-nos o teu grande exemplo de vida e um enormíssimo legado. A Direção

26/06/2017 - 13:28h
17/06/2017 - 15:52h
Prémio Jorge Carvalho – Solidariedade, distingue a ADIC – Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã. O município da Lousã celebrou no passado dia 24/06/2017, com pompa e circunstância, o seu Feriado Municipal, com a tradicional Gala dos “Prémios Lausus” num ambiente festivo que encheu por completo o Cine Teatro. Um evento que começou em 2012 e que visa «homenagear e distinguir figuras e entidades do concelho que contribuam para o seu desenvolvimento, conferindo um estímulo adicional para que continuem a ser parceiros efectivos da autarquia, num processo que passa pela afirmação da "marca Lousã" e que já ultrapassou fronteiras. Mais que um ponto de chegada, esta homenagem representa um ponto de partida, um estímulo para prosseguir com entusiasmo e com sentido de serviço as tarefas de cada lousanense, independentemente da área de acção.
“Caminhada Solidária” foi o nome dado à iniciativa realizada no passado dia 11 de junho que contou com mais de 200 participantes, os quais percorreram a encosta serrana sobranceira a Vilarinho. A partida foi feita a partir do novo Centro Social de Vilarinho, ainda em obras, e, após um trajeto de 12 km, foi também o ponto de chegada. O programa desta caminhada contou com um almoço convívio no Parque do Avelal, tal como, com algumas paragens onde foram disponibilizados reforços alimentares aos participantes e onde existiu a oportunidade de desfrutar da paisagem, de tirar fotografias, de descansar e de conviver. Caminhámos pela sensibilização a grandes causas. Grandes causas que passam pelo apoio na velhice, por pilares na educação, por um convívio entre colaboradores e por uma partilha de emoções entre quem cuida, quem presta cuidados e quem reconhece esses cuidados. Somos da opinião de que colaboradores felizes e motivados determinam o sucesso de qualquer empresa, de qualquer Associação. Temos primor naquilo que fazemos e na maneira como o fazemos. Sabemos admitir os nossos erros e fraquezas e pensamos que, só assim, nos podemos tornar pessoas e trabalhadores melhores. Agradecemos a presença e a amizade. Veja AQUI as fotos da caminhada solidária.
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04 MAR 2017
No decorrer do ano de 2017, a Associação comemora o seus 20 anos de atividade social em prol de toda a comunidade Lousanense.
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01 SET 2017
A 1 de setembro vai ter inicio o ano letivo 2017/18 no nosso Jardim de Infância

LOUSÃ Notícias


Saber comunicar com os utentes é essencial, alerta o sociólogo Fausto Amaro, presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia (SPS), a propósito do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. O responsável sublinha que "os cuidados de saúde primários são essenciais na prevenção do suicídio, sendo necessário que estes estejam interligados com os serviços de Psiquiatria e Saúde Mental". É nesse contexto que um dos oradores convidados do Colóquio que se realiza dia 9 de setembro é o médico de família João Rodrigues, presidente da Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar (USF-AN). "Nunca se podem utilizar expressões banais" Este trabalho de equipa, multidisciplinar, contribui para que os profissionais de saúde saibam como falar com uma pessoa que se suspeita ter tendências suicidas ou que diga mesmo ao médico que pretende por fim à vida. “É uma área muito delicada, que exige muita formação, porque nunca se podem utilizar expressões banais, como ‘Isso não faz sentido’, ou ‘Tudo vai passar’.” Fausto Amaro reforça que “saber comunicar com os utentes é essencial, assim como, em caso de dúvida, é preciso saber quando se deve perguntar se a pessoa quer mesmo morrer e, de seguida, ajudá-la a encontrar uma alternativa, sem nunca desvalorizar o que ela está a sentir”, destaca igualmente o papel da comunicação social, "que deve ser vista como um parceiro fundamental". Na sua opinião, "é importante saber-se dar a notícia de um suicídio, para que se evitem mais casos por imitação", sublinha. Torna-se assim importante dar formação aos jornalistas, “para que essa notícia seja dada de modo a que se passe a mensagem de que há alternativa a esse comportamento”. Além de Fausto Amaro, na sessão de abertura do Colóquio do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, que decorrerá no Museu Municipal Álvaro Viana de Lemos, estará presente Ana Ferreira, vereadora da Câmara Municipal da Lousã, e Álvaro de Carvalho, diretor do PNSM/DGS e coordenador do PNPS. Com início às 14h30, a iniciativa inclui uma conferência intitulada "Baleia Azul: trilhos e exuberâncias de inquietações larvares", que será proferida pelo psiquiatra Carlos Brás Saraiva.


Vila Nova de Poiares, Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra e Penela: os oito municípios querem que a futura autoestrada entre Coimbra e Viseu passe a sul do rio Mondego. Sete presidentes de câmara deram disso mesmo conta, ontem, durante uma conferência de imprensa, ao considerarem que a “alternativa sul” é a que “melhor responderá às dificuldades que se acumularam ao longo dos anos ao nível das acessibilidades”. Dos oito subscritores do documento, apenas o presidente da Câmara da Pampilhosa da Serra, José Brito, não participou na apresentação do documento. De acordo com João Miguel Henriques, presidente da câmara de Vila Nova de Poiares e anfitrião do encontro, o IP3 não dá resposta às necessidades do público nem a “devida resposta em termos de mobilidade rodoviária” entre o litoral e o interior.


Na tarde de sábado, 8 de abril, vai realizar-se no Clube Recreativo Vilarinhense o Seminário da Federação Nacional dos Baldios – BALADI,onde serão abordadas as atitudes de gestão valorativa dos ativos nas áreas comunitárias. Com início pelas 14 horas com a receção aos participantes, a sessão de abertura prevista para as 14:15 conta com a presença do presidente Luís Trota do Directivo dos Baldios de Vilarinho. Logo de seguida e tendo como moderadora Eugénia Rodrigues, cada tema terá meia hora de apresentação, estando o programa assim definido: - Atividades micológicas, quais os impactos na dinâmica das Comunidades Locais - Rita Serra, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. - Energia Eólica em Propriedades Comunitárias: O caso da Galiza -DamiánCopena GIEEA da UV - Regime Florestal – Gama Amaral, Bosque - Serviços dos Ecossistemas: Metodologia para avaliação de dinâmicas de carbono em áreas baldias – Domingos Lopes – UTAD - Espaço para Debate A sessão de encerramento está prevista para as 17:45 por Armando de Carvalho - BALADI

SOCIAL Notícias


1. O que quer que se faça nas Instituições de Solidariedade, seja ao nível dos processos de gestão, seja ao nível dos recursos humanos ou doutros recursos, não constitui um fim em si mesmo, mas sim instrumentos para atingir o fim último que deverá ser sempre a melhoria da qualidade dos serviços prestados às populações para quem se trabalha. Também se sabe que o bom desempenho destas organizações na consecução desse fim último é dificultado por algumas fragilidades, que são específicas da natureza de muitas delas: a) A insuficiência de incentivos externos (como, por exemplo, os vindos da exposição à concorrência no mercado) que as levem a um esforço contínuo de combate a ineficiências na sua gestão; b) Uma cultura organizacional onde justamente se valoriza o serviço em prol do bem comum, mas onde, muitas vezes, se olha com relutância para instrumentos de gestão “empresarial”, quando estes podem e devem ser bons instrumentos para esse serviço, sem o desvirtuar; c) A situação de exclusão social em que se encontra uma boa parte da população servida por estas organizações, o que dificulta a que venha daqui uma pressão construtiva para a melhoria do seu desempenho; d) As dificuldades crescentes de solvência das populações, destinatárias dos seus serviços, que geram dificuldades de viabilidade financeira das instituições e da sua sustentabilidade. e) A crescente exigência interna e externa de uma gestão de excelência e rigor face à escassez de recursos de todo o género. 2. Por estas razões, é importante que a melhoria do nível de qualificação dos dirigentes e pessoal ao serviço das Instituições de Solidariedade seja capaz de responder e implementar procedimentos de controlo de gestão e de auto-avaliação participados, de eficiência e eficácia na gestão, de auscultação regular das necessidades e do grau de satisfação das populações servidas e de prestação de contas, em suma uma gestão organizacional com sentido social. Para a obtenção destes objetivos é necessária a mobilização dos elementos dos órgãos sociais e ter colaboradores mais qualificados, empenhados e participativos. É também necessário encontrar estratégias de redução de custos, aumento da eficiência dos recursos disponíveis e e ainda de práticas de complementaridade entre Instituições. Também necessário se torna mobilizar os serviços públicos para o bom-senso em que a satisfação das pessoas se sobreponha sempre e em toda a parte à satisfação do próprio poder. Importante é a harmonização dos recursos disponíveis e de todos os serviços para corresponder às necessidades de todas as pessoas. Desenvolver as capacidades organizacionais das Instituições, tendo por referencial os Modelos de Avaliação da Qualidade das Respostas Sociais definidos pelo Instituto da Segurança Social, a implementação de um Sistema de Gestão de Qualidade e a introdução de medidas de gestão estratégica e operacional com vista à sustentabilidade, tem constituído uma das preocupações da CNIS. Sabe-se que para a implementação dos instrumentos atrás referidos dificilmente poderão ser alcançados “por geração espontânea”, deixando cada uma das Instituições de Solidariedade entregue a si própria, sem poder contar com estímulos e apoios externos. 3. Nesse sentido a CNIS tem vindo a fazer candidaturas, essencialmente de formação-ação, para colocar ao serviço das Instituições destinatárias desses projetos, sempre menos do que seria desejável, um conjunto de “facilitadores” e de “espaços de trabalho em comum” que possam ajudar os dirigentes e os colaboradores a dar os passos necessários no sentido de instituírem, de uma forma organizada e sustentável, que perdure para além do projeto, procedimentos internos de garantia de qualidade, da auto avaliação participada, da atenção às necessidades das populações servidas e de sustentabilidade. O aumento da qualificação dos trabalhadores e dos dirigentes, com vista a uma mudança organizacional que conduza a uma melhoria dos serviços prestados não só é importante como absolutamente necessária para garantir a sustentabilidade do setor social e solidário. Lino Maia


Atualize-se com as últimas noticias relacionadas com o Setor Social. Leia aqui as - NOTÍCIAS À SEXTA -, de 25.08.2017


Boletim Informativo da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS). Procede à divulgação de orientações e informações de caracter executivo e financeiro de interesse para o Setor Solidário. Assume a participação na gestão dos diferentes Organismos, Comissões e Grupos de Trabalho no âmbito da Economia Social. Clique aqui para ler o Boletim Informativo de 07|04|2017

"...há muito a fazer para estimular e acrescer o lugar e a contribuição dos Idosos na sociedade, na família e também nas instâncias públicas e administrativas"
  Frase do dia por D. Manuel Clemente
Previsão metereológica
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A "ADIC - Associação de Defesa do Idoso e da Criança de Vilarinho, Lousã" agradece a todas as entidades e organizações que reconhecem e apoiam a sua actividade.
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